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Em maio, endividamento do consumidor de Fortaleza atinge o menor nível do ano

12 de junho de 2019

A opção de crédito preferida dos consumidores da Capital ainda é o cartão de crédito, utilizado preferencialmente por 74,8% dos entrevistados. Helene Santos

O nível de endividamento do consumidor de Fortaleza atingiu o menor patamar do ano no mês de maio, segundo a pesquisa da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Ceará (Fecomércio-CE). De acordo com o levantamento, cerca de 54,7% dos fortalezenses possuíam algum tipo de dívida em aberto. O valor médio das dívidas foi de R$ 1.487 no mês passado, segundo o levantamento.

O percentual de pessoas com dívidas em atraso na Capital também reduziu, passando de 22,5% em abril para 18,7% no mês passado. Essa situação é mais comum entre as mulheres, com 22,6% dos entrevistados do gênero afirmando que se encaixam nesse cenário, consumidores com idade entre 25 anos e 34 anos (19,7%) e pessoas com renda familiar inferior a cinco salários mínimos (19,6%).

tempo médio de atraso dos pagamentos é de 65 dias e a principal justificativa é o desequilíbrio financeiro, citado por 59,4% dos entrevistados. A segunda razão mais apontada é o adiamento do pagamento por conta do uso dos recursos em outras finalidades (23,8%).

Inadimplência

O volume de consumidores inadimplentes, ou seja, com contas em atraso por mais de 90 dias e que indicam não ter condições de pagar, também caiu, segundo a pesquisa. Em maio, apenas 8,5% dos fortalezenses revelaram não estarem conseguindo cumprir com seus compromissos. Em abril, a proporção chegava a 12,7%.

A opção de crédito preferida dos consumidores da Capital ainda é ocartão de crédito, utilizado preferencialmente por 74,8% dos entrevistados. Em seguida, aparecem o financiamento bancário (16,4%), o empréstimo pessoal (8,1%), carnês e crediários (6,7%) e cheque especial (2,3%).

Entre as principais fontes de despesas, o consumo de itens de alimentação são os que mais geram operações de crédito, sendo responsáveis por 56,2% delas. Além desta, destacam-se também despesas de educação e saúde (34,6%), aquisição de eletroeletrônicos (32,1%) e compra de artigos de vestuário (29,1%).

Fonte: Diário do Nordeste.

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