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Crise: há um medicamento no meio do caminho do coronavírus

8 de abril de 2020

“Tomei por 10 dias a hidroxiclororoquina e fiquei totalmente recuperado”, testemunhou numa rede social o dono da rede de restaurantes Cocobambu, empresário Afrânio Barreira. O ex-deputado Carlos Matos também usou o remédio..

Há um medicamento – o hidroxicloroquina – causando efeitos colaterais na política brasileira, com direta repercussão na atividade econômica, praticamente paralisada pela manutenção do isolamento social.

Dividida em dois lados distintos – o dos que sugerem a administração do remédio aos pacientes acometidos pelo coronavírus – e o dos que consideram que isso só pode ser feito depois que o Ministério da Saúde criar um protocolo específico para essa terapia.
Ontem, o empresário Afrânio Barreira, dono da rede de restaurantes Cocobambu, informou pelas redes sociais que foi vítima do coronavírus.

Seu testemunho:

“Eu passei pelo problema.

“Tomei por 10 dias a hidroxiclororoquina e fiquei totalmente recuperado.

“As reações foram mais brandas do que uma gripe.

“Sem tosse, sem coriza, sem dor de cabeça, apenas uma pequena febre de 37,2 graus durante três fins de tarde, e uma pequena moleza.

“Estou totalmente bem e imunizado”.

O ex-secretário de Agricultura Irrigada e ex-deputado estadual Carlos Matos testemunhou nas mesmas redes sociais.

Ele escreveu o seguinte::

“Eu deixei de ser internado, e certamente poderia ser entubado, se não tivesse usado a hidroxicloroquina com azitromicina.

“Acho que seria uma medida mais do que acertada o uso da medicação até o quarto dia dos sintomas, e se evitaria muitas internações”.

Uma senhora de menos de 50 anos, que deixou ontem o hospital Otoclínica onde esteve internada por duas semanas com coronavírus, contou à coluna que foi medicada com hidroxicloroquina e azitromicina.

Coincidemente, os cientistas da Universidade Federal do Ceará (UFC) estão mobilizados para mostrar a validade do uso da hidroxicloroquina nos pacientes acometidos pelo coronavírus.

CEARÁ SOLIDÁRIO

Empresas cearenses – num largo gesto de solidariedade – unem-se para ajudar a população a enfrentar esta pandemia do novo coronavírus.

A Santana Textiles, por exemplo, criou e passou a costureiras do Ceará e de Pernambuco o molde de uma máscara de proteção contra o vírus.

Estão sendo confeccionadas – em tecido especial doado pela Santana – 100 mil máscaras, 10 mil das quais já entregues a hospitais públicos e instituições de beneficência dos dois estados.

O Beach Park doa 30 toneladas de alimentos.

O movimento Supera Fortaleza recebeu a doação de tecidos que foram entregues a 28 costureiras do bairro Bom Jardim, que os transformarão em três mil lençóis, já antecipadamente doados ao poder público.

PERGUNTA

Que mensagem traz de Deus a pandemia do coronavírus?

ENERGIA

Move-se o sindicato da Indústria de Energia.

Sob a liderança de seu presidente Benildo Aguiar, o Sindenergia tenta obter do Governo do Ceará o reconhecimento de que é essencial a atividade de implantação de usinas solares fotovoltaicas para a geração distribuída.

Essas usinas precisam de ser inseridas no decreto do governador Camilo Santana que criou a excepcionalidade do setor de energia elétrica.

LIDERANÇA

Um momento de grave crise como este exige de quem governa atitude de serenidade e liderança, em primeiro lugar.

Em segundo lugar, capacidade de decidir.

O poder não se compraz com o vácuo.

Não pode haver dúvida sobre a autoridade do governante.

Quando surge alguma, ouve-se um ruído de trincadura.

Apurem seus ouvidos para escutar todo barulho, por menor que ele seja..

Fonte.: https://diariodonordeste.verdesmares.com.br/opiniao/colunistas/egidio-serpa

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