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COLUNA Egídio Serpa – DN Negócios

5 de outubro de 2007

COLUNA Egídio Serpa (5/10/2007)

COLUNA Egídio Serpa (5/10/2007)

Camelôs (1)
Não faz muito tempo, as lojas do centro de Fortaleza empregavam, formalmente, 18 mil comerciários. Hoje, segundo informa João Maia Júnior, presidente da Associação dos Empresários do Centro de Fortaleza (Ascefort), são apenas 12 mil. Por que? ´Porque há quase 10 mil camelôs, vendendo de tudo nas calçadas do centro e fazendo uma concorrência desleal ao comércio formal´, explica Maia Júnior.

Camelôs (2)
Diante da falência da autoridade, o comércio informal prospera no centro da cidade. E o comércio formal, que paga todos os impostos, sente-se incapaz de combater o camelô predador e, mais ainda, o fiscal da PMF que, fechando os olhos, permite a ilegalidade. O presidente da Ascefort dá um exemplo: um par de meia, que custa R$ 5 no atacado, é vendido pela loja formal por R$ 10, já embutido o lucro de R$ 0,40. O camelô vende a mesma meia por R$ 6. ´Como o único imposto que ele paga é o da propina, o lucro de R$ 1 é extravagantemente elevado´, comenta Maia Júnior.

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