{"id":10127,"date":"2015-11-22T14:56:33","date_gmt":"2015-11-22T17:56:33","guid":{"rendered":"http:\/\/ascefort.com.br\/site\/?p=10127"},"modified":"2015-11-24T15:08:56","modified_gmt":"2015-11-24T18:08:56","slug":"estes-incomodos-2-no-pib-e-uma-estrategia-que-nao-ha-op","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ascefort.com.br\/site\/estes-incomodos-2-no-pib-e-uma-estrategia-que-nao-ha-op\/","title":{"rendered":"Estes inc\u00f4modos 2% no PIB e uma estrat\u00e9gia que n\u00e3o h\u00e1 &#8211; OP"},"content":{"rendered":"<div id=\"attachment_10129\" style=\"width: 453px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"http:\/\/ascefort.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/Porto-Pec\u00e9m-O-POVO.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-10129\" class=\"size-full wp-image-10129\" src=\"http:\/\/ascefort.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/Porto-Pec\u00e9m-O-POVO.jpg\" alt=\"Porto do Pec\u00e9m: equipamento \u00e9 estrat\u00e9gico para a agenda econ\u00f4mica do Estado\" width=\"443\" height=\"293\" srcset=\"https:\/\/ascefort.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/Porto-Pec\u00e9m-O-POVO.jpg 443w, https:\/\/ascefort.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/Porto-Pec\u00e9m-O-POVO-300x198.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 443px) 100vw, 443px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-10129\" class=\"wp-caption-text\">Porto do Pec\u00e9m: equipamento \u00e9 estrat\u00e9gico para a agenda econ\u00f4mica do Estado<\/p><\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">Como o Cear\u00e1 pode sair dos seus hist\u00f3ricos e p\u00edfios 2% do PIB nacional e um inc\u00f4modo 13\u00ba lugar no Pa\u00eds? A resposta deveria compor uma agenda de iniciativas p\u00fablicas e privadas \u2013 e tamb\u00e9m p\u00fablico-privadas \u2013 capazes de gerar uma via pela qual o Estado acelere. Noutros termos, planejamento. Contudo, o que se v\u00ea no Cear\u00e1 de hoje e de anos passados tamb\u00e9m \u00e9 uma sucess\u00e3o de \u00e2ncoras pontuais a ocupar o imagin\u00e1rio popular e a agenda do Governo estadual. J\u00e1 foi uma refinaria, hoje \u00e9 um hub de uma companhia a\u00e9rea e uma sider\u00fargica \u2013 esta \u00faltima a \u00fanica provida de concretude.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A sinaliza\u00e7\u00e3o do governador Camilo Santana (PT) para um movimento semelhante ao admitido pelo Governo Federal &#8211; o de entregar ao setor privado a opera\u00e7\u00e3o daquilo que n\u00e3o tem como funcionar bem em m\u00e3os p\u00fablicas &#8211; j\u00e1 vai completar seis meses. Meio ano. Nossos rep\u00f3rteres s\u00e3o insistentes, mas a resposta \u00e9 sempre que segue em estudos. Al\u00e9m de servi\u00e7os, investimento estruturantes. Coisa que exige dinheiro, algo que o Governo n\u00e3o tem, tanto que vai aumentar impostos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A prop\u00f3sito, a Companhia Sider\u00fargica do Pec\u00e9m (CSP) quando estiver operando em sua plena capacidade, dever\u00e1 faturar por ano US$ 1,7 bilh\u00e3o, exportando US$ 1,6 bilh\u00e3o, com US$ 1,2 bilh\u00e3o em gera\u00e7\u00e3o de divisas. Por capacidade plena, leiam-se 3 milh\u00f5es de toneladas por ano \u2013 at\u00e9 o fim de 2016. O investimento \u00e9 de US$ 5,4 bilh\u00f5es. Traduzindo, a entrada em opera\u00e7\u00e3o da CSP dar\u00e1 a partida, com exporta\u00e7\u00e3o e efeito de encadeamento (cadeia de suprimentos). N\u00e3o \u00e9 tudo o que poderia ser caso n\u00e3o estivesse protegida pelas regras de uma Zona de Processamento de Exporta\u00e7\u00e3o (ZPE), o que implica exportar 80% da produ\u00e7\u00e3o e importar com liberdade. De todo modo, tem seu impacto.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O economista cearense Jos\u00e9 Nelson Bessa Maia, do quadro t\u00e9cnico do Minist\u00e9rio da Fazenda, defende que o Cear\u00e1 precisa dar um novo salto na sua estrat\u00e9gia de desenvolvimento para sair dos modestos e estagnados 2% do PIB nacional. \u201cPrecisa, em \u00faltima an\u00e1lise, de uma estrat\u00e9gia inovadora de estrutura\u00e7\u00e3o de sua base econ\u00f4mica que seja capaz de alavancar exporta\u00e7\u00f5es (hoje praticamente estagnadas); reativar sua decadente agroind\u00fastria e ind\u00fastrias tradicionais e agroneg\u00f3cio e desenvolver vantagens comparativas din\u00e2micas em segmentos modernos ligados \u00e0 tecnologia da informa\u00e7\u00e3o e servi\u00e7os\u201d.<\/p>\n<p>Fonte: <strong><span style=\"color: #0000ff;\"><a style=\"color: #0000ff;\" href=\"http:\/\/www.opovo.com.br\/app\/colunas\/verticalsa\/2015\/11\/21\/noticiasverticalsa,3537700\/estes-incomodos-2-no-pib-e-uma-estrategia-que-nao-ha.shtml\">Jornal O POVO<\/a><\/span><\/strong><\/p>\n<p><strong><img decoding=\"async\" class=\" alignleft\" src=\"http:\/\/imgs.opovo.com.br\/portlet\/73\/5483\/JocelioLeal.jpg\" alt=\"Vertical s\/a\" \/>Joc\u00e9lio Leal<br \/>\n<\/strong><a href=\"mailto:leal@opovo.com.br\">leal@opovo.com.br<\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto do Pec\u00e9m: equipamento \u00e9 estrat\u00e9gico para a agenda econ\u00f4mica do Estado do Cear\u00e1.<br \/>\nComo o Cear\u00e1 pode sair dos seus hist\u00f3ricos e p\u00edfios 2% do PIB nacional e um inc\u00f4modo 13\u00ba lugar no Pa\u00eds? 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