{"id":1077,"date":"2011-01-23T19:46:00","date_gmt":"2011-01-23T22:46:00","guid":{"rendered":"http:\/\/ascefort.com.br\/site\/?p=1077"},"modified":"2011-04-18T21:35:32","modified_gmt":"2011-04-19T00:35:32","slug":"667-sem-veiculo-particular-dn-cidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ascefort.com.br\/site\/667-sem-veiculo-particular-dn-cidade\/","title":{"rendered":"66,7% sem ve\u00edculo particular &#8211; DN Cidade"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify; \"><strong>CEAR&Aacute;<\/strong> &#8211; 23\/01\/2011 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;<span style=\"color: #008000;\"><strong>Di&aacute;rio do Nordeste<\/strong><\/span>]\n<p style=\"text-align: justify; \"><a href=\"http:\/\/diariodonordeste.globo.com\/imagem.asp?Imagem=476596\"><img decoding=\"async\" alt=\"Al\u00e9m da demora dentro dos \u00f4nibus, usu\u00e1rios queixam-se do tempo de espera nos pontos de parada, que, dependendo do hor\u00e1rio, pode chegar a mais de 30 minutos  FOTOS: MAR\u00cdLIA CAMELO\" src=\"http:\/\/diariodonordeste.globo.com\/imagem.asp?Imagem=476596\" style=\"float: right; width: 360px; height: 228px; \" title=\"Al\u00e9m da demora dentro dos \u00f4nibus, usu\u00e1rios queixam-se do tempo de espera nos pontos de parada, que, dependendo do hor\u00e1rio, pode chegar a mais de 30 minutos  FOTOS: MAR\u00cdLIA CAMELO\" \/><\/a>[\/<em><strong>Na Capital, a maior parte da popula&ccedil;&atilde;o usa os coletivos e vem das classes C e D. Juntas, totalizam 75,70%<\/strong><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; \"><strong>Mais da metade dos cearenses ainda dependente do transporte p&uacute;blico. Isto porque 66,7% da popula&ccedil;&atilde;o n&atilde;o possuem ve&iacute;culo automotivo particular, seja carro ou motocicleta.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; \">Mesmo com o aumento anual da frota de ve&iacute;culos no Estado, o uso do transporte individual &eacute; ainda menor do que a utiliza&ccedil;&atilde;o do transporte coletivo. Os dados foram revelados pelo Instituto de Pesquisa Econ&ocirc;mica Aplicada (Ipea) no estudo &quot;Mobilidade urbana e posse de ve&iacute;culos: an&aacute;lise da Pesquisa Nacional por Amostra de Domic&iacute;lios (Pnad) 2009&quot;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; \">De acordo com a pesquisa, a taxa de motoriza&ccedil;&atilde;o da popula&ccedil;&atilde;o brasileira &eacute; crescente, mas no Cear&aacute; ela ainda &eacute; inferior &agrave; de outros estados nordestinos como Piau&iacute;, Rio Grande do Norte, Para&iacute;ba, Sergipe e Maranh&atilde;o. Tamb&eacute;m de acordo com o Ipea, na &aacute;rea urbana, a posse de autom&oacute;vel &eacute; quase o dobro da encontrada na zona rural.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; \">Nos &uacute;ltimos anos, a possibilidade de adquirir ve&iacute;culos privados aumentou. Mesmo assim, parte da popula&ccedil;&atilde;o cearense, seja no Interior ou na Capital, n&atilde;o pode contar com a alternativa de deslocar-se em carro pr&oacute;prio, revelou a pesquisa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; \">O resultado do estudo &eacute; confirmado pela Empresa de Transporte Urbano de Fortaleza S\/A (Etufor). De acordo com o &oacute;rg&atilde;o, na capital cearense o n&uacute;mero de passageiros dos transportes coletivos &eacute; expressivo: s&atilde;o 1.037.362 pagantes das tarifas de &ocirc;nibus, por dia, o que representa 42,38% da popula&ccedil;&atilde;o. Isso sem contar aqueles que utilizam gratuitamente o servi&ccedil;o: idosos, crian&ccedil;as, pessoas com defici&ecirc;ncia e seus acompanhantes, respectivamente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; \">As pesquisas feitas pela Etufor tra&ccedil;am um retrato ainda mais aprofundado sobre a import&acirc;ncia dos &ocirc;nibus para os moradores de Fortaleza. Os dados da Etufor sobre demanda de transporte p&uacute;blico por classe econ&ocirc;mica em Fortaleza revelam que a maior parte da popula&ccedil;&atilde;o residente na Capital &#8211; que pertence &agrave;s classes C e D &#8211; &eacute; tamb&eacute;m a grande usu&aacute;ria de &ocirc;nibus. Juntas, somam 75,70% do total de passageiros.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; \">Por outro lado, as classes A e B concentram a ocupa&ccedil;&atilde;o das vias p&uacute;blicas com seus ve&iacute;culos automotores particulares. E o reflexo da presen&ccedil;a desses ve&iacute;culos de menor porte nas vias &eacute; evidente. Diariamente, as situa&ccedil;&otilde;es de congestionamento entre eles s&oacute; aumentam, mostrando que o padr&atilde;o de mobilidade urbana vem se alterando gradualmente ano a ano.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; \"><strong>Sustent&aacute;vel<\/strong><br \/>\n\tPara o coordenador do Programa de Transporte Urbano de Fortaleza (Transfor), Daniel Lustosa, diante da atual situa&ccedil;&atilde;o existente em Fortaleza, um programa de mobilidade adequado deveria possuir uma vis&atilde;o de futuro e, ao mesmo tempo, ser fact&iacute;vel no presente. Entretanto, &quot;a escassez de recursos faz com que a garantia de uma mobilidade sustent&aacute;vel se d&ecirc; atrav&eacute;s da otimiza&ccedil;&atilde;o das infraestruturas existentes&quot;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; \">Conforme o gestor, baseado nos conceitos de coletividade, mobilidade urbana sustent&aacute;vel e acessibilidade universal, o Transfor ir&aacute; priorizar o transporte p&uacute;blico, implantando tr&ecirc;s corredores exclusivos para a sua circula&ccedil;&atilde;o: Ant&ocirc;nio Bezerra\/Papicu, Augusto dos Anjos\/Jos&eacute; Bastos e Senador Fernandes T&aacute;vora\/Expedicion&aacute;rios. No total, s&atilde;o 45 km de corredores de transporte, 14 km de duplica&ccedil;&otilde;es e alargamentos vi&aacute;rios, 23 km de restaura&ccedil;&otilde;es vi&aacute;rias, 30 km de ciclovias, 82 km de rede de drenagem, 164 km de cal&ccedil;adas padronizadas e acess&iacute;veis, amplia&ccedil;&atilde;o e humaniza&ccedil;&atilde;o de quatro terminais de integra&ccedil;&atilde;o, obras de arte &#8211; como t&uacute;neis, viadutos e passarelas, 122 sem&aacute;foros inteligentes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; \">O gestor acredita que, com a implanta&ccedil;&atilde;o do Transfor, o tempo das viagens diminuir&aacute;, o tempo de embarque e desembarque dos passageiros, aumentando a seguran&ccedil;a no tr&acirc;nsito de ve&iacute;culos e pedestres. &quot;Para concretizar tais quantitativos, v&aacute;rias obras j&aacute; est&atilde;o em andamento, incluindo drenagens, alargamentos e restaura&ccedil;&otilde;es das vias, como: Sargento Herm&iacute;nio, Domingos Ol&iacute;mpio, Bezerra de Menezes, Humberto Monte&quot;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; \"><em>Fique por dentro<br \/>\n\t<\/em><strong>Mobilidade Urbana<br \/>\n\t<\/strong><br \/>\n\tPensar em mobilidade urbana &eacute; refletir como se organizam os centros urbanos em rela&ccedil;&atilde;o ao deslocamento das pessoas e os meios de transporte em um espa&ccedil;o para a realiza&ccedil;&atilde;o de suas atividades cotidianas (trabalho, educa&ccedil;&atilde;o, sa&uacute;de, atividades culturais e lazer) em um tempo considerado ideal e de modo seguro e confort&aacute;vel.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; \">Os estudos sobre o tema n&atilde;o podem deixar de avaliar as quest&otilde;es tecnol&oacute;gicas que envolvem desde os meios de transportes &agrave; qualidade da infraestrutura vi&aacute;ria e ao controle do tr&acirc;nsito.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; \">Grandes cidades, como Fortaleza, t&ecirc;m o problema da mobilidade urbana agravado, j&aacute; que, al&eacute;m do fluxo cotidiano, apresenta um fluxo adicional, proveniente da sua condi&ccedil;&atilde;o de cidade tur&iacute;stica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; \"><em><span style=\"color:#008080;\"><strong>Avalia&ccedil;&atilde;o<\/strong><\/span><br \/>\n\t<\/em><br \/>\n\t<strong>Bom<\/strong><br \/>\n\tTaxa congelada: Fortaleza permaneceu com sua tarifa de &ocirc;nibus a R$ 1,60 por mais de quatro anos. Hoje, tem a tarifa mais barata entre as cidades com sistema integrado do Pa&iacute;s: R$ 1,80 a inteira e R$ 0,90 a meia passagem. A capital cearense &eacute; tamb&eacute;m a &uacute;nica onde a meia &eacute; ilimitada: o estudante paga meia quantas vezes quiser, em qualquer hor&aacute;rio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; \"><strong>Mau<\/strong><br \/>\n\tVelocidade m&eacute;dia: &eacute; de apenas 12km\/ hora nos deslocamentos feitos em transporte p&uacute;blico na Capital. A lentid&atilde;o no tr&acirc;nsito se d&aacute; pelo aumento de ve&iacute;culos na metr&oacute;pole, a despropor&ccedil;&atilde;o de vias para a quantidade de carros, bem como pela concentra&ccedil;&atilde;o de empregos e resid&ecirc;ncias em pequenas &aacute;reas. A aus&ecirc;ncia de corredores exclusivos tamb&eacute;m &eacute; problem&aacute;tica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; \"><em>FORTALEZA<br \/>\n\t<\/em><strong>2&ordf; Capital com menor tempo de deslocamento<br \/>\n\t<\/strong><br \/>\n\tDe acordo com a pesquisa &quot;Mobilidade Urbana e posse de ve&iacute;culos&quot;, do Ipea, o tempo de percurso casa-trabalho de 62,9% dos moradores de Fortaleza &eacute; inferior a 30 minutos. O resultado representa o segundo menor tempo gasto, quando se comparam as dez maiores regi&otilde;es metropolitanas brasileiras.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; \">Em melhor efici&ecirc;ncia de transporte, quando se fala do tempo de deslocamento, est&aacute; a capital do Rio Grande do Sul. Em Porto Alegre, apenas 5,9% da popula&ccedil;&atilde;o gasta mais de uma hora com transporte e 67,2% chegam em menos de 30 minutos aos seus destinos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; \">O Instituto de Pesquisa atribui diversos fatores aos resultados registrados nas cidades com menor tempo de percurso. Dentre eles, est&aacute; a efic&aacute;cia no sistema de tr&acirc;nsito e transporte destes munic&iacute;pios. A distribui&ccedil;&atilde;o dos locais de empregos e resid&ecirc;ncia da popula&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m &eacute; um fator de beneficio considerado pelo Ipea.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; \">Em Fortaleza, o que podemos observar, de acordo com o titular da Empresa de Transporte Urbano de Fortaleza (Etufor), Ademar Gondim, &eacute; uma concentra&ccedil;&atilde;o de mobilidade da periferia para a regi&atilde;o de produ&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica. A grande parte da popula&ccedil;&atilde;o se desloca, nos mesmos hor&aacute;rios, das Regionais mais distantes para a &aacute;rea central, e tamb&eacute;m para os bairros da Secretaria Executiva Regional (SER II), n&uacute;cleo da cidade onde est&atilde;o localizados os conglomerados de com&eacute;rcio e servi&ccedil;os. &Eacute; o caso da enfermeira Fl&aacute;via Gomes. Ela se desloca diariamente do bairro Autran Nunes para o Centro, onde trabalha. Acostumada com o longo tempo que leva entre pegar o &ocirc;nibus, passar pelo terminal e chegar at&eacute; o trabalho, ela discorda do resultado da pesquisa sobre o tempo m&eacute;dio de 30 minutos de deslocamento do cearense.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; \">&quot;Todo dia, para ir e para voltar leva um tempo, com certeza, mais de uma hora. E quem precisa caminhar muito para ir at&eacute; a parada? Ou pegar mais de um &ocirc;nibus?&quot;, indagou.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; \">Ao falar de quem precisa tomar mais de um &ocirc;nibus, a enfermeira adiantou uma das metas de melhoria da Etufor. De acordo com o diretor da Etufor, Ademar Gondim, a amplia&ccedil;&atilde;o do servi&ccedil;o de integra&ccedil;&atilde;o temporal &eacute; uma das prioridades do &oacute;rg&atilde;o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; \">Atualmente, mais de 5.260 combina&ccedil;&otilde;es entre linhas de &ocirc;nibus est&atilde;o dispon&iacute;veis para a popula&ccedil;&atilde;o, mesmo assim, o n&uacute;mero ainda &eacute; pequeno para a demanda existente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; \">A integra&ccedil;&atilde;o temporal beneficia quem precisa usar mais de uma linha de &ocirc;nibus, j&aacute; que permite ao usu&aacute;rio do transporte coletivo, em um certo intervalo de tempo e pagando uma &uacute;nica passagem, utilizar uma combina&ccedil;&atilde;o de dois &ocirc;nibus na sua viagem, sem a necessidade de passar por terminal.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; \"><strong>JANAYDE GON&Ccedil;ALVES<br \/>\n\t<\/strong>ESPECIAL PARA CIDADE<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; \"><em>Enquete<br \/>\n\t<\/em><strong>Tempo gasto<br \/>\n\t<\/strong><br \/>\n\t<em>&quot;Qualquer trabalhador, que more na periferia, leva de uma a duas horas para se deslocar de &ocirc;nibus. De carro &eacute; menos.&quot;<\/p>\n<p>\t<strong>Joaquim Serpa<br \/>\n\t<em>40 anos<br \/>\n\tCont&iacute;nuo<br \/>\n\t<em>&quot;Levo, no m&iacute;nimo, duas horas para sair da Aldeota, onde trabalho, e chegar ao Henrique Jorge, bairro onde moro.&quot;<\/em><\/em><\/strong><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; \">\n\t<strong>Francisco Jos&eacute; Nascimento<br \/>\n\t<\/strong><em>35 anos<br \/>\n\t<\/em>Cont&iacute;nuo<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; \">Fonte: <a href=\"http:\/\/diariodonordeste.globo.com\/materia.asp?codigo=921716\">http:\/\/<span style=\"color:#008000;\"><strong>diariodonordeste<\/strong><\/span>.globo.com\/materia.asp?codigo=921716<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&#8220;Al\u00e9m da demora dentro dos \u00f4nibus, usu\u00e1rios queixam-se do tempo de espera nos pontos de parada, que, dependendo do hor\u00e1rio, pode chegar a mais de 30 minutos FOTOS: MAR\u00cdLIA CAMELO&#8221;<\/p>\n","protected":false},"author":62,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1077","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-noticias"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ascefort.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1077","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ascefort.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/ascefort.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ascefort.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/62"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ascefort.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1077"}],"version-history":[{"count":6,"href":"https:\/\/ascefort.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1077\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1079,"href":"https:\/\/ascefort.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1077\/revisions\/1079"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ascefort.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1077"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/ascefort.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1077"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/ascefort.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1077"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}