{"id":11252,"date":"2017-06-01T07:42:30","date_gmt":"2017-06-01T10:42:30","guid":{"rendered":"http:\/\/ascefort.com.br\/site\/?p=11252"},"modified":"2017-06-02T07:44:12","modified_gmt":"2017-06-02T10:44:12","slug":"camara-aprova-texto-base-do-projeto-da-convalidacao-de-beneficios-fiscais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ascefort.com.br\/site\/camara-aprova-texto-base-do-projeto-da-convalidacao-de-beneficios-fiscais\/","title":{"rendered":"C\u00e2mara aprova texto-base do projeto da convalida\u00e7\u00e3o de benef\u00edcios fiscais"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/ascefort.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/Fecom%C3%A9rcio-UNFORMATIVO-logo.jpg\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>C\u00e2mara aprova texto-base do projeto da convalida\u00e7\u00e3o de benef\u00edcios fiscais<br \/>\n<\/strong>A C\u00e2mara dos Deputados aprovou na noite desta quarta-feira, 31, em plen\u00e1rio, o texto-base do projeto de lei complementar do Senado que regulariza benef\u00edcios fiscais concedidos por Estados sem autoriza\u00e7\u00e3o do Conselho Nacional de Pol\u00edtica Fazend\u00e1ria (Confaz).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A proposta foi aprovada por 405 votos a 28. Houve ainda duas absten\u00e7\u00f5es. Como deputados alteraram o texto aprovado pelos senadores, o projeto ter\u00e1 de passar por uma nova an\u00e1lise do Senado. Na pr\u00e1tica, o texto aprovado adia o fim da chamada &#8220;guerra fiscal&#8221;, na medida em que deu uma car\u00eancia de 15 anos para Estados acabarem com as isen\u00e7\u00f5es concedidas para ind\u00fastria, agropecu\u00e1ria e infraestrutura.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A car\u00eancia tinha sido aprovada pelo Senado, mas foi retirada inicialmente pelo relator do projeto na C\u00e2mara, Alexandre Baldy (Podemos-GO). Pouco antes da vota\u00e7\u00e3o hoje, por\u00e9m, o relator voltou atr\u00e1s. A car\u00eancia atende pedido de Estados do Norte e Nordeste, que dizem precisar de um tempo para parar de conceder os benef\u00edcios.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por outro lado, a altera\u00e7\u00e3o feita pelo relator representou uma derrota para o Estado de S\u00e3o Paulo e para o Minist\u00e9rio da Fazenda. A frente do Estado mais industrializado do Pa\u00eds e, portanto, mais interessado no fim da guerra fiscal, o governador paulista, Geraldo Alckmin (PSDB), e o secret\u00e1rio-executivo da Fazenda, Eduardo Guardia, defendiam uma redu\u00e7\u00e3o gradual das isen\u00e7\u00f5es j\u00e1 a partir do pr\u00f3ximo ano, como chegou a propor Baldy no projeto.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A proposta aprovada, por\u00e9m, mant\u00e9m a redu\u00e7\u00e3o gradual de incentivos para outros setores. Para empresas de atividades portu\u00e1rias e aeroportu\u00e1rias, os benef\u00edcios fiscais dever\u00e3o ser reduzidos gradativamente durante oito anos, sendo 10% durante os seis primeiros anos e 15% no s\u00e9timo e oitavo anos. Para o com\u00e9rcio, as isen\u00e7\u00f5es ter\u00e3o de ser diminu\u00eddas ao longo de cinco anos, sendo 10% no primeiro ano e 20% a partir do segundo ano.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O projeto aprovado tamb\u00e9m acaba com a unanimidade necess\u00e1ria entre os membros do Confaz para autorizar a concess\u00e3o de novos benef\u00edcios fiscais. A proposta prev\u00ea que novos conv\u00eanios para concess\u00e3o de isen\u00e7\u00f5es ter\u00e3o de ser aprovados e ratificados pelo Confaz com voto de, no m\u00ednimo, dois ter\u00e7os dos Estados, sendo que, desses dois ter\u00e7os, um ter\u00e7o deve ser de unidades federativas da regi\u00e3o a qual pertence o Estado. Aqueles que concederem isen\u00e7\u00f5es sem autoriza\u00e7\u00e3o do Confaz estar\u00e3o sujeitos a san\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Governadores pressionaram suas bancadas para votar o projeto, porque o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu recentemente que os benef\u00edcios concedidos sem aval do Confaz s\u00e3o inconstitucionais. Tramita na corte uma proposta de s\u00famula vinculante que levaria \u00e0 suspens\u00e3o imediata das isen\u00e7\u00f5es. A chamada guerra fiscal \u00e9 justificada pelos Estados como uma maneira eficiente de atrair investimentos, gerar empregos e aquecer a economia. Em troca, abrem m\u00e3o de parcelas do ICMS, principal fonte de recursos de todos os governos estaduais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"color: #003366;\"><u>Oposi\u00e7\u00e3o<br \/>\n<\/u><\/span><\/strong>Com as mudan\u00e7as de \u00faltima hora feitas pelo relator do projeto, a oposi\u00e7\u00e3o desistiu de obstruir a vota\u00e7\u00e3o. O \u00fanico requerimento nesse sentido foi apresentado pelo deputado Ivan Valente (PSOL-SP) antes do acordo e pedia a retirada da proposta da pauta da sess\u00e3o da C\u00e2mara. Desde que a dela\u00e7\u00e3o premiada da JBS incriminando o presidente Michel Temer foi divulgada, oposicionistas prometiam obstruir todas as vota\u00e7\u00f5es, em protesto por elei\u00e7\u00f5es diretas para escolher o substituto de Temer.<\/p>\n<p><span style=\"color: #003366;\"><strong><a style=\"color: #003366;\" href=\"http:\/\/Link:http:\/\/www.opovo.com.br\/noticias\/politica\/ae\/2017\/05\/camara-aprova-texto-base-do-projeto-da-convalidacao-de-beneficios-fisc.html\">Jornal O Povo<\/a><\/strong><\/span>.<\/p>\n<hr \/>\n<p><span style=\"color: #003366;\"><strong>1,1 mi de pessoas entram na fila do desemprego<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A taxa de desemprego mostrou forte deteriora\u00e7\u00e3o na passagem do trimestre m\u00f3vel encerrado em janeiro para o trimestre m\u00f3vel encerrado em abril de 2017, saindo de 12,6% para 13,6%, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domic\u00edlios Cont\u00ednua (Pnad Cont\u00ednua), iniciada em 2012 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE). Em um trimestre, o Pa\u00eds ganhou mais 1,127 milh\u00e3o de desempregados, enquanto viu fechar 615 mil postos de trabalho. Tamb\u00e9m houve fechamento de 572 mil vagas com carteira assinada.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Embora a taxa de desemprego tenha sido ligeiramente maior no trimestre m\u00f3vel encerrado em mar\u00e7o, quando ficou em 13,7%, o IBGE ressalta que n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel dizer que houve recuo em abril, porque dois ter\u00e7os da amostra s\u00e3o repetidos no per\u00edodo. Dentro da s\u00e9rie hist\u00f3rica da pesquisa, foi a primeira queda desde outubro de 2014.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;N\u00e3o s\u00e3o per\u00edodos compar\u00e1veis&#8221;, afirmou Cimar Azeredo, coordenador de Trabalho e Rendimento do IBGE. &#8220;N\u00e3o pode comparar com o trimestre encerrado em mar\u00e7o porque dois ter\u00e7os das informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o repetidas&#8221;, justificou.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"color: #003366;\"><u>Setores<br \/>\n<\/u><\/span><\/strong>O com\u00e9rcio dispensou 451 mil empregados em apenas um trimestre. A constru\u00e7\u00e3o demitiu outros 291 mil funcion\u00e1rios. Na agricultura, 218 mil postos de trabalho foram cortados. Nos transportes, seis mil pessoas foram demitidas, enquanto que o corte atingiu 47 mil pessoas na administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica, defesa, seguridade social, educa\u00e7\u00e3o, sa\u00fade humana e servi\u00e7os sociais. No segmento de outros servi\u00e7os, 14 mil perderam o emprego.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na ind\u00fastria, 204 mil pessoas foram contratadas no trimestre encerrado em abril. No servi\u00e7o dom\u00e9stico, outros 26 mil foram admitidos. A atividade de alojamento e alimenta\u00e7\u00e3o absorveu mais 150 mil pessoas, enquanto o segmento de informa\u00e7\u00e3o contratou 25 mil. Outras atividades com corte de vagas foram agricultura, pecu\u00e1ria, produ\u00e7\u00e3o florestal, pesca e aquicultura (-730 mil empregados, recuo de 7,7% no total de ocupados).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"color: #003366;\"><u>Constru\u00e7\u00e3o civil<br \/>\n<\/u><\/span><\/strong>A constru\u00e7\u00e3o cortou 646 mil trabalhadores no per\u00edodo de um ano, segundo dados da Pnad. O total de ocupados na atividade encolheu 8,7% no trimestre encerrado em abril de 2017 ante o mesmo per\u00edodo de 2016.<\/p>\n<p>Fonte <strong><a href=\"http:\/\/diariodonordeste.verdesmares.com.br\/cadernos\/negocios\/1-1-mi-de-pessoas-entram-na-fila-do-desemprego-1.1763696\">Di\u00e1rio do Nordeste<\/a><\/strong>.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>Copom reduz taxa de juros a 10,25%; menor em tr\u00eas anos\u00a0<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Pela sexta vez seguida, o Banco Central (BC) baixou os juros b\u00e1sicos da economia. Por unanimidade, o Comit\u00ea de Pol\u00edtica Monet\u00e1ria (Copom) reduziu ontem a taxa Selic em 1 ponto percentual, de 11,25% ao ano para 10,25% ao ano. A decis\u00e3o era esperada pelos analistas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Com a redu\u00e7\u00e3o, a Selic chega ao menor n\u00edvel desde janeiro de 2014, quando estava em 10% ao ano. De outubro de 2012 a abril de 2013, a taxa foi mantida em 7,25% ao ano, no menor n\u00edvel da hist\u00f3ria, e passou a ser reajustada gradualmente at\u00e9 alcan\u00e7ar 14,25% em julho de 2015. Somente em outubro do ano passado, o Copom voltou a reduzir os juros b\u00e1sicos da economia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em comunicado, o Copom destacou que a infla\u00e7\u00e3o continua em queda e que o cen\u00e1rio internacional segue favor\u00e1vel para o Brasil. O Banco Central, no entanto, informou que o aumento das incertezas em rela\u00e7\u00e3o ao clima pol\u00edtico e ao andamento das reformas pode levar \u00e0 redu\u00e7\u00e3o do ritmo de corte da taxa Selic nas pr\u00f3ximas reuni\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;O Copom ressalta que a extens\u00e3o do ciclo de flexibiliza\u00e7\u00e3o monet\u00e1ria depender\u00e1, dentre outros fatores, das estimativas da taxa de juros estrutural da economia brasileira. O comit\u00ea entende que o aumento recente da incerteza associada \u00e0 evolu\u00e7\u00e3o do processo de reformas e ajustes necess\u00e1rios na economia brasileira dificulta a queda mais c\u00e9lere das estimativas da taxa de juros estrutural e as torna mais incertas. Essas estimativas continuar\u00e3o a ser reavaliadas pelo comit\u00ea ao longo do tempo&#8221;, informou o colegiado em nota.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Selic \u00e9 o principal instrumento do Banco Central para manter sob controle a infla\u00e7\u00e3o oficial, medida pelo \u00cdndice Nacional de Pre\u00e7os ao Consumidor Amplo (IPCA). Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE), o IPCA ficou em 0,14% em abril deste ano, no menor n\u00edvel da hist\u00f3ria do \u00edndice registrado para o m\u00eas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nos 12 meses terminados em abril, o IPCA acumula 4,08%, a menor taxa em 12 meses desde julho de 2007. At\u00e9 o ano passado, o Conselho Monet\u00e1rio Nacional (CMN) estabelecia meta de infla\u00e7\u00e3o de 4,5%, com margem de toler\u00e2ncia de 2 pontos, podendo chegar a 6,5%. Para este ano, o CMN reduziu a margem de toler\u00e2ncia para 1,5 ponto percentual. A infla\u00e7\u00e3o, portanto, n\u00e3o poder\u00e1 superar 6% neste ano.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"color: #003366;\"><u>Poderia ser maior<br \/>\n<\/u><\/span><\/strong>A Confedera\u00e7\u00e3o Nacional da Ind\u00fastria (CNI) avaliou ontem, por meio de nota, que a &#8220;recente turbul\u00eancia pol\u00edtica impediu que o Banco Central acentuasse o ritmo de queda dos juros&#8221;. Ao comentar a redu\u00e7\u00e3o da taxa Selic, a CNI afirma que o corte poderia ter sido maior, &#8220;caso o ambiente de incertezas n\u00e3o tivesse dificultado os horizontes da economia&#8221;. &#8220;O comportamento da infla\u00e7\u00e3o, abaixo da meta para 2017, e suas perspectivas favor\u00e1veis permitiriam um corte mais agressivo dos juros, o que iria contribuir para a continuidade da gradual normaliza\u00e7\u00e3o da atividade econ\u00f4mica&#8221;, diz a nota da entidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na avalia\u00e7\u00e3o da CNI, a intensidade do ritmo de queda dos juros nas pr\u00f3ximas reuni\u00f5es depende da solu\u00e7\u00e3o das incertezas pol\u00edticas que viabilize a continuidade das reformas em discuss\u00e3o no Congresso. A entidade volta a defender que as reformas s\u00e3o &#8220;cruciais tanto para a garantia do equil\u00edbrio fiscal de longo prazo como para a moderniza\u00e7\u00e3o das rela\u00e7\u00f5es econ\u00f4micas e a eleva\u00e7\u00e3o da competitividade dos produtos brasileiros&#8221;. &#8220;S\u00e3o, portanto, fundamentais para a consolida\u00e7\u00e3o do crescimento econ\u00f4mico&#8221;, completou.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"color: #003366;\"><u>Queda de ritmo<br \/>\n<\/u><\/span><\/strong>Comunicado do BC divulgado ap\u00f3s a decis\u00e3o de corte indica que o ritmo de corte do juro ser\u00e1 reduzido j\u00e1 na pr\u00f3xima reuni\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;Em fun\u00e7\u00e3o do cen\u00e1rio b\u00e1sico e do atual balan\u00e7o de riscos, o Copom entende que uma redu\u00e7\u00e3o moderada do ritmo de flexibiliza\u00e7\u00e3o monet\u00e1ria em rela\u00e7\u00e3o ao ritmo adotado hoje deve se mostrar adequada em sua pr\u00f3xima reuni\u00e3o&#8221;, cita o documento divulgado pelo BC. A redu\u00e7\u00e3o de 1 ponto porcentual era largamente esperada pelos economistas do mercado financeiro. De um total de 57 institui\u00e7\u00f5es consultadas pela reportagem, 47 esperavam corte de 1 ponto porcentual da Selic, oito projetavam diminui\u00e7\u00e3o menor, de 0,75 ponto porcentual, e duas mantinham expectativa por redu\u00e7\u00e3o de 1,25 ponto porcentual.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #003366;\"><strong><u>Mercado<br \/>\n<\/u><\/strong><\/span>No mercado, havia a percep\u00e7\u00e3o de que um corte de 1,25 ponto porcentual seria poss\u00edvel, mas n\u00e3o prov\u00e1vel. Isso porque a crise pol\u00edtica surgida ap\u00f3s as dela\u00e7\u00f5es de executivos da JBS, que comprometem o governo de Michel Temer, elevou o risco para os pr\u00f3ximos meses. O pr\u00f3prio presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, em comunica\u00e7\u00f5es recentes, havia reconhecido que as incertezas aumentaram por conta do cen\u00e1rio pol\u00edtico.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Foi justamente o aumento das incertezas, que colocam em risco as reformas trabalhista e previdenci\u00e1ria, o principal motivo citado pelo Copom na decis\u00e3o desta quarta-feira.<\/p>\n<p><strong><span style=\"color: #003366;\">Opini\u00e3o do especialista<\/span><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"color: #003366;\"><u>Decis\u00e3o veio dentro do previsto<br \/>\n<\/u><\/span><\/strong>corte de 1 ponto percentual na Selic estava dentro do previsto, em fun\u00e7\u00e3o dos \u00faltimos epis\u00f3dios pol\u00edticos ocorridos no Brasil. A maioria dos analistas apostava no corte de 1 ponto, especialmente diante da mudan\u00e7a mais abrupta do cen\u00e1rio pol\u00edtico. Esperava-se que o Banco Central, por isso, fosse mais parcimonioso. A infla\u00e7\u00e3o segue projetada em 4%, com a meta sendo 4,5%. Por incr\u00edvel que pare\u00e7a, ap\u00f3s toda a hecatombe que presenciamos no Pa\u00eds, a taxa Selic segue sendo mantida a 8% para o fim do ano, com perspectiva de crescimento do PIB. Por isso, n\u00e3o vejo nesse corte nada muito diferente do que j\u00e1 se esperava que ocorresse. As vari\u00e1veis se mant\u00e9m abaixo da meta da infla\u00e7\u00e3o. A proje\u00e7\u00e3o da Selic se mant\u00e9m sob 8,5%. Temos ainda muitas reuni\u00f5es do Copom at\u00e9 o fim do ano para garantir que o Pa\u00eds consiga chegar com esse n\u00famero. E a redu\u00e7\u00e3o de 1% \u00e9 adequada \u00e0 medida em que a economia, a taxa de crescimento, continuam aqu\u00e9m do desejado. Nesse corte, a diferen\u00e7a n\u00e3o \u00e9 muito grande e est\u00e1 dentro do que precisa para se fechar o ano com crescimento em 0,5% e IPCA abaixo de 4%. Esperava-se isso. De qualquer forma, em rela\u00e7\u00e3o ao que o BC vinha fazendo no momento em que come\u00e7ou a cortar ano passado, \u00e9 algo at\u00e9 significativo.<\/p>\n<p>Ricardo Eleut\u00e9rio \u2013 Economista<\/p>\n<p>Fonte <span style=\"color: #003366;\"><strong><a style=\"color: #003366;\" href=\"http:\/\/diariodonordeste.verdesmares.com.br\/cadernos\/negocios\/copom-reduz-taxa-de-juros-a-10-25-menor-em-tres-anos-1.1763627\">Di\u00e1rio do Nordeste<\/a><\/strong><\/span>.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/ascefort.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/Fecom%C3%A9rcio-Cl%C3%A1udinha.jpg\" alt=\"Fecom\u00e9rcio Cl\u00e1udinha\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A C\u00e2mara dos Deputados aprovou na noite desta quarta-feira, 31, em plen\u00e1rio, o texto-base do projeto de lei complementar do Senado que regulariza benef\u00edcios fiscais concedidos por Estados sem autoriza\u00e7\u00e3o do Conselho Nacional de Pol\u00edtica Fazend\u00e1ria (Confaz).<\/p>\n","protected":false},"author":62,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[],"class_list":{"0":"post-11252","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-noticias"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ascefort.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11252","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ascefort.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/ascefort.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ascefort.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/62"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ascefort.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=11252"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/ascefort.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11252\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":11254,"href":"https:\/\/ascefort.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11252\/revisions\/11254"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ascefort.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=11252"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/ascefort.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=11252"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/ascefort.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=11252"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}