{"id":11726,"date":"2017-10-09T10:52:14","date_gmt":"2017-10-09T13:52:14","guid":{"rendered":"http:\/\/ascefort.com.br\/site\/?p=11726"},"modified":"2017-10-11T05:58:08","modified_gmt":"2017-10-11T08:58:08","slug":"varejo-reage-mas-lojas-continuam-vagas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ascefort.com.br\/site\/varejo-reage-mas-lojas-continuam-vagas\/","title":{"rendered":"Varejo reage, mas lojas continuam vagas"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"\" src=\"http:\/\/ascefort.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/FECOM%C3%89RCIO-LG-Informativo-OnLine.p-1.jpg\" width=\"628\" height=\"95\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Varejo reage, mas lojas continuam vagas<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O pior momento para o com\u00e9rcio ficou para tr\u00e1s tanto em vendas como em fechamento de pontos comerciais. A queda dos juros, da infla\u00e7\u00e3o e da inadimpl\u00eancia do consumidor, a recupera\u00e7\u00e3o do emprego e a libera\u00e7\u00e3o dos recursos das contas inativas do FGTS deram um impulso para as vendas. No entanto, o ritmo de crescimento dos neg\u00f3cios no varejo ainda n\u00e3o foi suficiente para reativar a abertura de lojas e ocupar o grande n\u00famero de im\u00f3veis comerciais vagos espalhados pelos principais corredores comerciais e tamb\u00e9m as lojas de shoppings.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No primeiro semestre deste ano, entre aberturas e fechamentos, 17.311 lojas formais enceraram as atividades no Pa\u00eds, revela um estudo da Confedera\u00e7\u00e3o Nacional do Com\u00e9rcio (CNC), com base nas empresas informantes do Caged. \u00c9 um n\u00famero bem menor do que o registrado no mesmo per\u00edodo do ano passado, quando 67.211 pontos comerciais fecharam. Mas o saldo ainda \u00e9 negativo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em 2016, quando o volume de vendas do com\u00e9rcio no Pa\u00eds teve a maior retra\u00e7\u00e3o da hist\u00f3ria, um tombo de 8,7% ante 2015 para o varejo ampliado &#8211; inclui ve\u00edculos e materiais de constru\u00e7\u00e3o-, o saldo de lojas fechadas tamb\u00e9m foi recorde: 105.422. Para este ano, a CNC projeta um avan\u00e7o de 2,2% nas vendas sobre 2016. Por\u00e9m o saldo de lojas fechadas no ano ainda ser\u00e1 negativo em 25 mil pontos de venda.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;O aumento de volume de vendas no varejo ainda n\u00e3o foi suficiente para resgatar a reabertura de lojas&#8221;, afirma Fabio Bentes, o economista-chefe da CNC e autor do estudo. Ele explica que \u00e9 necess\u00e1rio uma s\u00e9rie mais longa de crescimento de vendas para que o varejo, que tem margens reduzidas, se torne atraente e o empres\u00e1rio volte a investir na abertura de lojas. &#8220;No caso do varejo ampliado, s\u00f3 estamos tendo crescimento de vendas h\u00e1 tr\u00eas trimestre e o aumento no \u00faltimo trimestre do ano passado foi muito pequeno&#8221;, observa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De acordo com o estudo da CNC, o Estado de S\u00e3o Paulo, que responde por 35% do varejo do Pa\u00eds, o saldo negativo de lojas fechadas est\u00e1 cedendo, mas de forma lenta, observa Bentes. Em contrapartida, no Rio de Janeiro, por conta da crise financeira que castiga o Estado, o saldo de lojas fechadas cresce e o com\u00e9rcio encolhe.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><u>Lentid\u00e3o<br \/>\n<\/u><\/strong>Apesar da melhora do varejo em geral, na avalia\u00e7\u00e3o de Bentes, a rea\u00e7\u00e3o do mercado \u00e9 lenta e deve levar algum tempo para o com\u00e9rcio parar de fechar pontos de venda. &#8220;Para zerar esse d\u00e9ficit de lojas eu apostaria na primeira metade do ano que vem, se a situa\u00e7\u00e3o continuar melhorando. Talvez na virada do primeiro para o segundo trimestre&#8221;, prev\u00ea.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O economista Eduardo Zylberstajn, coordenador do \u00edndice FipeZAP que monitora o mercado de im\u00f3veis comerciais e residenciais, concorda com Bentes. &#8220;Aparentemente as coisas pararam de piorar: os pre\u00e7os do mercado imobili\u00e1rio ainda caem, mas com ritmo menor. Enquanto n\u00e3o tivermos uma rea\u00e7\u00e3o mais forte da economia, vamos continuar com esse mercado sofrendo&#8221;, diz.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Aparentemente, diz Zylberstajn, a economia est\u00e1 hoje num ponto de inflex\u00e3o, que precisa ser confirmado. &#8220;O ponto que estamos \u00e9 o primeiro passo para uma melhora, mas at\u00e9 atingirmos um n\u00edvel de atividade que cause um movimento mais forte no mercado imobili\u00e1rio, tem ch\u00e3o. N\u00e3o acredito que isso ocorra no ano que vem&#8221;, afirmou o economista. As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do jornal O Estado de S. Paulo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Link:<a href=\"https:\/\/www.opovo.com.br\/noticias\/economia\/ae\/2017\/10\/varejo-reage-mas-lojas-continuam-vagas.html\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?hl=pt-BR&amp;q=https:\/\/www.opovo.com.br\/noticias\/economia\/ae\/2017\/10\/varejo-reage-mas-lojas-continuam-vagas.html&amp;source=gmail&amp;ust=1507729531800000&amp;usg=AFQjCNGzOfpfbsIJ34xRBZh0uk9x_0iCFw\">https:\/\/www.opovo.com.br\/noticias\/economia\/ae\/2017\/10\/varejo-reage-mas-lojas-continuam-vagas.html<\/a><\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Frota de ve\u00edculos cresce 77% no per\u00edodo de 7 anos<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"color: #000080;\">A frota do Estado cresceu 77% nos \u00faltimos sete anos. De acordo com os dados do Departamento Estadual de Tr\u00e2nsito (Detran-CE), em 2010, eram 1.706.361 ve\u00edculos circulando no Cear\u00e1. Este ano, at\u00e9 agosto, o n\u00famero j\u00e1 ultrapassou os 3,02 milh\u00f5es, colocando o Cear\u00e1 em nono lugar do Pa\u00eds em frota, perdendo para S\u00e3o Paulo (26,4 mi), Minas Gerais (10,2 mi); Paran\u00e1 (6,9 mi); Rio Grande do Sul (6,4 mi) e Rio de Janeiro (6,3 mi). No entanto, h\u00e1 uma desacelera\u00e7\u00e3o do crescimento desde 2015.<\/span><\/strong><\/p>\n<div style=\"width: 639px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/diariodonordeste.verdesmares.com.br\/polopoly_fs\/1.1832871!\/image\/image.jpg\" width=\"629\" height=\"419\" \/><p class=\"wp-caption-text\">Apesar da desacelera\u00e7\u00e3o do crescimento da frota de ve\u00edculos no Estado, as principais ruas e avenidas das maiores cidades cearenses, como a Capital, apresentam intenso fluxo de autom\u00f3veis sobretudo nos hor\u00e1rios de pico ( FOTO: JOS\u00c9 LEOMAR )<\/p><\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">A m\u00e9dia de crescimento era em torno de 10% nos anos anteriores. De 2015 para 2016, o crescimento foi de 4,36%. O ritmo de 2017 tamb\u00e9m aponta uma tend\u00eancia a se manter nessa faixa. De acordo com o professor do Departamento de Engenharia de Transportes da Universidade federal do Cear\u00e1 (DET\/UFC), Bruno Bertoncini, s\u00e3o v\u00e1rios os fatores que podem impactar na retra\u00e7\u00e3o do crescimento da frota, mas a crise financeira parece ser a mais forte.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><u>Hist\u00f3rico<br \/>\n<\/u><\/strong>&#8220;A crise \u00e9 um fator e a melhoria de outros meios de transporte tamb\u00e9m. Embora, pelo hist\u00f3rico de Fortaleza, n\u00e3o tivemos uma mudan\u00e7a substancial no tr\u00e2nsito, muito provavelmente \u00e9 um reflexo da crise econ\u00f4mica que envolve o Pa\u00eds&#8221;, justifica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Outro ponto que corrobora para que a instabilidade econ\u00f4mica seja a grande respons\u00e1vel pelo novo ritmo &#8211; mais lento- de crescimento \u00e9 o envelhecimento da frota. O Estado j\u00e1 apresentou metade dos ve\u00edculos novo ou seminovo. No entanto, hoje, menos de um ter\u00e7o dos ve\u00edculos, 31%, circulam no Estado com at\u00e9 cinco anos de uso. Entre cinco e 10 anos, 31%, com mais de 15 anos s\u00e3o 25% e, entre 10 e 15 anos, s\u00e3o 13%.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No ano de 2010, o cen\u00e1rio era bem diferente. Ve\u00edculos novos e seminovos correspondiam a 46,4% de toda a frota do Estado. Os que estavam entre cinco e 10 anos e os com mais de 15 anos eram 19%. Os que j\u00e1 estavam entre 10 e 15 anos de uso chegaram a 14%.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;Uma frota velha implica em ve\u00edculos que necessitam mais de manuten\u00e7\u00e3o. E a gente sabe que o brasileiro n\u00e3o faz manuten\u00e7\u00e3o. Observamos maior ocorr\u00eancia de ve\u00edculos parados nas vias, aumentando os congestionamentos, e o aumento da polui\u00e7\u00e3o atmosf\u00e9rica. Isso \u00e9 muito grave&#8221;, explica Bertoncini.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><u>Alerta<br \/>\n<\/u><\/strong>O especialista alerta que \u00e9 importante ainda levar em considera\u00e7\u00e3o o n\u00famero de viagens realizadas no Estado e o de usu\u00e1rios dos transportes p\u00fablicos para saber se os donos de ve\u00edculos particulares passaram a utilizar os transportes coletivos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Dados do Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Cear\u00e1 (Sindi\u00f4nibus) revelam que, h\u00e1 pelo menos cinco anos, uma redu\u00e7\u00e3o de usu\u00e1rios vem se apresentando. Em 2012, a m\u00e9dia mensal de passageiros pagantes registrada nos \u00f4nibus da Capital era igual a, aproximadamente, 24,8 milh\u00f5es. No ano passado, esse total chegou a cerca de 23 milh\u00f5es. Em n\u00fameros absolutos, os coletivos perderam mais de 20 milh\u00f5es de usu\u00e1rios apenas nesse per\u00edodo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><u>Queda<br \/>\n<\/u><\/strong>O caminho \u00e9 o mesmo de outras Capitais do Brasil. De acordo com estudo da Associa\u00e7\u00e3o Nacional das Empresas de Transporte Urbano (NTU) divulgado este ano, al\u00e9m de Fortaleza, Belo Horizonte, Curitiba, Goi\u00e2nia, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e S\u00e3o Paulo tamb\u00e9m viram seus n\u00fameros de usu\u00e1rios do transporte coletivo diminu\u00edrem no per\u00edodo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Segundo o Anu\u00e1rio NTU 2017, entre os anos de 2013 e 2016, o total de passageiros transportados nas nove capitais caiu 18,1%.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No entanto, \u00e9 preciso ressaltar algumas a\u00e7\u00f5es positivas dentro da \u00e1rea de mobilidade, sobretudo, na Capital cearense. Bertoncini cita o aumento da malha ciclovi\u00e1ria de Fortaleza, que est\u00e1 com 214 km, melhoria de algumas linhas de \u00f4nibus, com ar-condicionado, al\u00e9m de programas de incentivo a outros modais, como o Bicicletar.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Link:<a href=\"http:\/\/diariodonordeste.verdesmares.com.br\/cadernos\/cidade\/frota-de-veiculos-cresce-77-no-periodo-de-7-anos-1.1832872\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?hl=pt-BR&amp;q=http:\/\/diariodonordeste.verdesmares.com.br\/cadernos\/cidade\/frota-de-veiculos-cresce-77-no-periodo-de-7-anos-1.1832872&amp;source=gmail&amp;ust=1507729531800000&amp;usg=AFQjCNFxBXbMoBEaSdKbJHLUC_GOC3Jv6A\">http:\/\/diariodonordeste.verdesmares.com.br\/cadernos\/cidade\/frota-de-veiculos-cresce-77-no-periodo-de-7-anos-1.1832872<\/a><\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00a0<\/strong><strong>Mesmo com fiscaliza\u00e7\u00e3o intensa, feirantes tentam continuar na rua Jos\u00e9 Avelino<\/strong><\/p>\n<div style=\"width: 640px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.opovo.com.br\/noticiasimages\/app\/noticia_146418291334\/2017\/10\/08\/320180\/IMGM0121.JPG\" width=\"630\" height=\"420\" \/><p class=\"wp-caption-text\">Foto Evil\u00e1sio Bezerra<\/p><\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ap\u00f3s a entrega das obras de requalifica\u00e7\u00e3o da rua Jos\u00e9 Avelino, na \u00faltima sexta-feira, 6, ambulantes persistem no com\u00e9rcio no meio das ruas e cal\u00e7adas. O clima de conflito e a correria quando o \u201crapa\u201d chega, no entanto, permanece e afeta, inclusive, compradores e vendedores dos galp\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Neste domingo, o primeiro ap\u00f3s a conclus\u00e3o da reforma, que tamb\u00e9m abrangeu a avenida Alberto Nepomuceno, a propor\u00e7\u00e3o da feira \u00e9 consideravelmente menor. Agentes de tr\u00e2nsito, fiscais e guardas municipais transitam entre as ruas do entorno na inten\u00e7\u00e3o de coibir o com\u00e9rcio informal. Para alguns vendedores dos galp\u00f5es, a situa\u00e7\u00e3o piorou. \u201cCa\u00edram bastante as vendas. Tem ningu\u00e9m. Quando tinha gente na rua, vinha gente de todo canto\u201d, conta Jos\u00e9 Maria da Costa, 55, que trabalha no local h\u00e1 12 anos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Durante o in\u00edcio desta manh\u00e3, a reportagem presenciou situa\u00e7\u00f5es de confronto entre fiscais e vendedores. Quando os gritos alarmam que a fiscaliza\u00e7\u00e3o est\u00e1 chegando, o alvoro\u00e7o se instala. Vendedores rapidamente passam as mercadorias das m\u00e3os e bra\u00e7os para as sacolas e se dispersam. Em duas das abordagens, compradoras foram confundidas com vendedoras ambulantes. Uma mulher ficou com a perna ferida durante uma das a\u00e7\u00f5es de monitoramento.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Durante os cinco meses de interven\u00e7\u00f5es no local, houve confrontos entre feirantes e a Prefeitura de Fortaleza, por meio da Ag\u00eancia de Fiscaliza\u00e7\u00e3o de Fortaleza (Agefis) e da Guarda Municipal de Fortaleza (GMF).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Com a requalifica\u00e7\u00e3o da rua Jos\u00e9 Avelino, a rotina dos carregadores de mercadorias que precisam trafegar pela via mudou. Eles n\u00e3o podem mais circular pelas cal\u00e7adas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A interven\u00e7\u00e3o contou com pavimenta\u00e7\u00e3o e recapeamento das vias e substitui\u00e7\u00e3o da ilumina\u00e7\u00e3o da regi\u00e3o por l\u00e2mpadas de LED. As cal\u00e7adas foram alargadas e receberam medidas de acessibilidade, al\u00e9m da instala\u00e7\u00e3o de ciclofaixa e ecoponto na regi\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Link:<a href=\"https:\/\/www.opovo.com.br\/noticias\/fortaleza\/2017\/10\/mesmo-com-fiscalizacao-intensa-feirantes-tentam-continuar.html\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?hl=pt-BR&amp;q=https:\/\/www.opovo.com.br\/noticias\/fortaleza\/2017\/10\/mesmo-com-fiscalizacao-intensa-feirantes-tentam-continuar.html&amp;source=gmail&amp;ust=1507729531800000&amp;usg=AFQjCNGZ4Jfp0mlcxCcr2TVla8B5ke_UZg\">https:\/\/www.opovo.com.br\/noticias\/fortaleza\/2017\/10\/mesmo-com-fiscalizacao-intensa-feirantes-tentam-continuar.html<\/a><\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Ap\u00f3s seis redu\u00e7\u00f5es seguidas, estimativa para infla\u00e7\u00e3o tem ligeira alta<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Depois de seis redu\u00e7\u00f5es seguidas, o mercado financeiro ajustou a proje\u00e7\u00e3o para infla\u00e7\u00e3o, medida pelo \u00cdndice Nacional de Pre\u00e7os ao Consumidor Amplo (IPCA), de 2,95% para 2,98%, este ano. A estimativa \u00e9 do boletim Focus, uma publica\u00e7\u00e3o divulgada toda segunda-feira no site do Banco Central (BC), com proje\u00e7\u00f5es para os principais indicadores econ\u00f4micos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para 2018, a estimativa para o IPCA passou de 4,06% para 4,02%. Essa foi a sexta redu\u00e7\u00e3o consecutiva. A estimativa para 2017 segue abaixo do piso da meta de 3%. A meta tem como centro 4,5% e limite superior, 6%.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na \u00faltima sexta-feira (6), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE) informou que o IPCA fechou o m\u00eas de setembro com varia\u00e7\u00e3o de 0,16%, abaixo dos 0,19% de agosto. Nos primeiros nove meses do ano, o \u00edndice acumula varia\u00e7\u00e3o de 1,78%, bem abaixo dos 5,51% registrados em igual per\u00edodo de 2016. Esta \u00e9 a menor taxa acumulada setembro desde 1998, quando se registrou 1,42%. Em 12 meses o \u00edndice em 2,54%.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para alcan\u00e7ar a meta, o BC usa como principal instrumento a taxa b\u00e1sica de juros, a Selic, atualmente em 8,25% ao ano.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quando o Copom diminui os juros b\u00e1sicos, a tend\u00eancia \u00e9 que o cr\u00e9dito fique mais barato com incentivo \u00e0 produ\u00e7\u00e3o e ao consumo, reduzindo o controle sobre a infla\u00e7\u00e3o. J\u00e1 quando o Copom aumenta a Selic, o objetivo \u00e9 conter a demanda aquecida, e isso gera reflexos nos pre\u00e7os porque os juros mais altos encarecem o cr\u00e9dito e estimulam a poupan\u00e7a.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A expectativa do mercado financeiro para a Selic permanece em 7% ao ano, tanto para o final de 2017 quanto para o fim de 2018.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A proje\u00e7\u00e3o para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e servi\u00e7os produzidos no pa\u00eds, permanece em 0,70%, este ano. Para 2018, a estimativa de expans\u00e3o passou de 2,38% para 2,43%.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Link:<a href=\"https:\/\/www.opovo.com.br\/noticias\/economia\/2017\/10\/apos-seis-reducoes-seguidas-estimativa-para-inflacao-tem-ligeira-alta.html\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?hl=pt-BR&amp;q=https:\/\/www.opovo.com.br\/noticias\/economia\/2017\/10\/apos-seis-reducoes-seguidas-estimativa-para-inflacao-tem-ligeira-alta.html&amp;source=gmail&amp;ust=1507729531801000&amp;usg=AFQjCNHGDywOfjoEi_dZL-LswUKC_z5MUw\">https:\/\/www.opovo.com.br\/noticias\/economia\/2017\/10\/apos-seis-reducoes-seguidas-estimativa-para-inflacao-tem-ligeira-alta.html<\/a><\/p>\n<hr \/>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"\" src=\"http:\/\/ascefort.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/07\/Fecom%C3%A9rcio-logo-Claudinha.jpg\" width=\"645\" height=\"351\" \/><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Varejo reage, mas lojas continuam vagas O pior momento para o com\u00e9rcio ficou para tr\u00e1s tanto em vendas como em fechamento de pontos comerciais. 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