{"id":11830,"date":"2018-01-05T19:47:53","date_gmt":"2018-01-05T22:47:53","guid":{"rendered":"http:\/\/ascefort.com.br\/site\/?p=11830"},"modified":"2018-01-11T20:05:21","modified_gmt":"2018-01-11T23:05:21","slug":"endividamento-das-familias-se-mantem-em-dezembro-diz-cnc-inadimplencia-cai","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ascefort.com.br\/site\/endividamento-das-familias-se-mantem-em-dezembro-diz-cnc-inadimplencia-cai\/","title":{"rendered":"Endividamento das fam\u00edlias se mant\u00e9m em dezembro, diz CNC; inadimpl\u00eancia cai"},"content":{"rendered":"<p style=\"font-weight: 400; text-align: justify;\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"\" src=\"http:\/\/ascefort.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/FECOM%C3%89RCIO-LG-Informativo-OnLine.p-1.jpg\" width=\"627\" height=\"95\" \/><br \/>\nEndividamento das fam\u00edlias se mant\u00e9m em dezembro, diz CNC; inadimpl\u00eancia cai<\/strong><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400; text-align: justify;\">O porcentual de fam\u00edlias endividadas alcan\u00e7ou 62,2% em dezembro de 2017, mantendo-se est\u00e1vel ap\u00f3s cinco altas consecutivas, conforme a Pesquisa de Endividamento e Inadimpl\u00eancia do Consumidor (Peic), divulgada nesta sexta-feira, 5, pela Confedera\u00e7\u00e3o Nacional do Com\u00e9rcio de Bens, Servi\u00e7os e Turismo (CNC). Na compara\u00e7\u00e3o com dezembro de 2016, houve alta de 3,2 pontos porcentuais.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400; text-align: justify;\">Al\u00e9m do aumento no n\u00famero de fam\u00edlias que recorreram ao cr\u00e9dito nos bancos ou a parcelamentos, o estudo mostra que a inadimpl\u00eancia vem se mantendo controlada. A propor\u00e7\u00e3o das fam\u00edlias com d\u00edvidas ou contas em atraso diminuiu em dezembro, pelo terceiro m\u00eas consecutivo, atingindo 25,7% das fam\u00edlias, ante 25,8% em novembro. Na compara\u00e7\u00e3o com dezembro de 2016, entretanto, houve alta de 1,7 ponto porcentual.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400; text-align: justify;\">O indicador que mede a inadimpl\u00eancia mais grave tamb\u00e9m melhorou: o porcentual de fam\u00edlias que declararam n\u00e3o ter condi\u00e7\u00f5es de pagar as suas contas ou d\u00edvidas em atraso recuou de 10,1% em novembro para 9,7% em dezembro, mas apresentou alta em rela\u00e7\u00e3o aos 9,1% de dezembro de 2016.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400; text-align: justify;\">&#8220;Apesar da melhora recente, os indicadores de inadimpl\u00eancia permanecem em n\u00edveis superiores aos do ano passado. A taxa de desemprego ainda bastante alta ajuda a explicar a dificuldade das fam\u00edlias em pagar suas contas em dia e o pessimismo em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 capacidade de pagamento&#8221;, explica, em nota divulgada pela CNC, a economista Marianne Hanson.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400; text-align: justify;\">Tamb\u00e9m diminuiu a propor\u00e7\u00e3o das fam\u00edlias que se declararam muito endividadas. De novembro para dezembro de 2017 o porcentual passou de 14,6% para 14,1% do total de fam\u00edlias. Na compara\u00e7\u00e3o anual, manteve-se est\u00e1vel, segundo a CNC.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400; text-align: justify;\">J\u00e1 o porcentual de fam\u00edlias que se declararam pouco endividadas passou de 24,6% em novembro para 25,1% em dezembro. Em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo de 2016, houve aumento de 1,2 ponto porcentual.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400; text-align: justify;\">Link:<strong><span style=\"color: #0000ff;\"><a style=\"color: #0000ff;\" href=\"https:\/\/www.opovo.com.br\/noticias\/economia\/ae\/2018\/01\/endividamento-das-familias-se-mantem-em-dezembro-diz-cnc-inadimplenc.html\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?hl=pt-BR&amp;q=https:\/\/www.opovo.com.br\/noticias\/economia\/ae\/2018\/01\/endividamento-das-familias-se-mantem-em-dezembro-diz-cnc-inadimplenc.html&amp;source=gmail&amp;ust=1515796832696000&amp;usg=AFQjCNEYnD1160Vmy5JsOV7nicHmM_JuBA\">https:\/\/www.opovo.com.br\/noticias\/economia<\/a><\/span><\/strong><\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"font-weight: 400; text-align: justify;\"><strong>Pela 1\u00aa vez, exporta\u00e7\u00f5es do Cear\u00e1 superam US$ 2 bilh\u00f5es<\/strong><\/p>\n<div style=\"width: 345px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/diariodonordeste.verdesmares.com.br\/polopoly_fs\/1.1874768!\/image\/image.jpg\" width=\"335\" height=\"176\" \/><p class=\"wp-caption-text\"><em><strong><span style=\"color: #000080;\">Cerca de 49% do total exportado pelo Estado correspondeu a produtos semimanufaturados de ferro ou a\u00e7o, que movimentaram US$ 1,03 bilh\u00e3o<\/span><\/strong><\/em> ( FOTO: NATINHO RODRIGUES )<\/p><\/div>\n<p style=\"font-weight: 400; text-align: justify;\">Com o impacto do primeiro ano completo de atividades da Companhia Sider\u00fargica do Pec\u00e9m (CSP), as exporta\u00e7\u00f5es cearenses cresceram 62,4% em 2017 ante o ano anterior e atingiram o patamar de\u00a0<a href=\"https:\/\/maps.google.com\/?q=US$+2,1&amp;entry=gmail&amp;source=g\">US$ 2,1<\/a>\u00a0bilh\u00f5es, o maior valor da hist\u00f3ria do Estado. Somente com a exporta\u00e7\u00e3o de produtos semimanufaturados de ferro ou a\u00e7o foi movimentado US$ 1,03 bilh\u00e3o no per\u00edodo, o equivalente a 49% de todo o volume exportado pelo Cear\u00e1 no ano passado.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400; text-align: justify;\">Conforme os dados do Minist\u00e9rio da Ind\u00fastria, Com\u00e9rcio Exterior e Servi\u00e7os (Mdic), a balan\u00e7a comercial do Estado ainda encerrou o ano negativa, com um d\u00e9ficit de US$ 140,4 milh\u00f5es, mas foi o melhor desempenho registrado em mais de uma d\u00e9cada &#8211; desde 2006, quando as importa\u00e7\u00f5es cearenses superaram as exporta\u00e7\u00f5es em US$ 136,3 milh\u00f5es. A \u00faltima vez que o saldo da balan\u00e7a comercial do Cear\u00e1 foi positivo foi em 2005 (US$ 345,1 milh\u00f5es).<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400; text-align: justify;\">Na avalia\u00e7\u00e3o do economista\u00a0<strong>Alex Ara\u00fajo<\/strong>, os resultados demonstram uma reconfigura\u00e7\u00e3o da balan\u00e7a comercial do Estado. &#8220;O Cear\u00e1 j\u00e1 tinha uma tradi\u00e7\u00e3o exportadora, como a carna\u00faba nos anos 80 e 90. Depois come\u00e7ou a exportar manufaturados, principalmente cal\u00e7ados e vestu\u00e1rio, mas esse mercado foi muito impactado pelos produtos da China. Com a Sider\u00fargica, h\u00e1 um novo impulso importante, mas \u00e9 uma pauta muito especializada&#8221;, explica.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400; text-align: justify;\"><strong>Diversifica\u00e7\u00e3o<br \/>\n<\/strong>O economista pondera, entretanto, que \u00e9 necess\u00e1ria uma maior diversifica\u00e7\u00e3o dos produtos exportados no Estado. Ele destaca que a exporta\u00e7\u00e3o de frutas e de castanha, que tinham um peso maior na pauta de exporta\u00e7\u00f5es, t\u00eam perdido espa\u00e7o, principalmente por conta da estiagem prolongada. &#8220;A tend\u00eancia \u00e9 que a sider\u00fargica tenha uma participa\u00e7\u00e3o cada vez mais importante, mas fica uma base muito concentrada&#8221;, argumenta.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400; text-align: justify;\"><strong>Desafio<br \/>\n<\/strong>De acordo com Ara\u00fajo, o governo deve ter como desafio estrat\u00e9gico encontrar maneiras de ampliar essa base de exporta\u00e7\u00e3o, sob o risco de o Estado permanecer atr\u00e1s no campo econ\u00f4mico nacional. &#8220;A pr\u00e9via do PIB (Produto Interno Bruto) mostrou que o Cear\u00e1 est\u00e1 crescendo mais que a m\u00e9dia nacional, mas em termos de participa\u00e7\u00e3o relativa, quase n\u00e3o houve altera\u00e7\u00e3o. Estamos estacionados no mesmo percentual h\u00e1 quase 30 anos&#8221;, relata o economista.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400; text-align: justify;\">Ele argumenta ainda que o Cear\u00e1 precisa, de fato, continuar crescendo em uma velocidade bem superior \u00e0 m\u00e9dia brasileira para reduzir as desigualdades entre as regi\u00f5es do Pa\u00eds, gerando renda para a popula\u00e7\u00e3o. &#8220;A renda per capita cearense \u00e9 metade da m\u00e9dia nacional. A diversifica\u00e7\u00e3o da pauta exportadora \u00e9 uma maneira de gerar riqueza para que o Estado tenha um maior desenvolvimento&#8221;.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400; text-align: justify;\"><strong>Produtos<br \/>\n<\/strong>Depois dos produtos semimanufaturados de ferro ou a\u00e7o n\u00e3o ligado, o principal item da pauta de exporta\u00e7\u00e3o foram os cal\u00e7ados de borracha ou pl\u00e1stico, que avan\u00e7aram 12,9% em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior e movimentaram\u00a0<a href=\"https:\/\/maps.google.com\/?q=US$+96,2&amp;entry=gmail&amp;source=g\">US$ 96,2<\/a>\u00a0milh\u00f5es no per\u00edodo. Em terceiro lugar, est\u00e1 a castanha de caju,<a href=\"https:\/\/maps.google.com\/?q=com+US$+91,7&amp;entry=gmail&amp;source=g\">com US$ 91,7<\/a>\u00a0milh\u00f5es, seguida por outros cal\u00e7ados de borracha ou pl\u00e1stico, com US$ 86,6 milh\u00f5es e sucos de qualquer outra fruta,\u00a0<a href=\"https:\/\/maps.google.com\/?q=com+US$+63,8&amp;entry=gmail&amp;source=g\">com US$ 63,8<\/a>milh\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400; text-align: justify;\">Tamb\u00e9m integram a pauta das exporta\u00e7\u00f5es do Estado couros e peles inteiros,\u00a0<a href=\"https:\/\/maps.google.com\/?q=com+US$+57,1&amp;entry=gmail&amp;source=g\">com US$ 57,1<\/a>\u00a0milh\u00f5es; ceras vegetais, com US$ 56 milh\u00f5es; mel\u00f5es frescos,\u00a0<a href=\"https:\/\/maps.google.com\/?q=com+US$+53,3&amp;entry=gmail&amp;source=g\">com US$ 53,3<\/a>\u00a0milh\u00f5es; g\u00e1s natural liquefeito, com US$ 45,9 milh\u00f5es; e outros cal\u00e7ados,\u00a0<a href=\"https:\/\/maps.google.com\/?q=com+US$+44,7&amp;entry=gmail&amp;source=g\">com US$ 44,7<\/a>\u00a0milh\u00f5es. Dos dez principais itens exportados, entretanto, seis apresentaram redu\u00e7\u00e3o do volume comercializado em rela\u00e7\u00e3o a 2016.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400; text-align: justify;\"><strong>Importa\u00e7\u00f5es<br \/>\n<\/strong>J\u00e1 as importa\u00e7\u00f5es somaram\u00a0<a href=\"https:\/\/maps.google.com\/?q=US$+2,2&amp;entry=gmail&amp;source=g\">US$ 2,2<\/a>\u00a0bilh\u00f5es no ano passado, 35,7% a menos que em 2016, quando a soma era de\u00a0<a href=\"https:\/\/maps.google.com\/?q=US$+3,4&amp;entry=gmail&amp;source=g\">US$ 3,4<\/a>\u00a0bilh\u00f5es. Entre os principais produtos importados est\u00e3o insumos para o setor produtivo, como a hulha betuminosa n\u00e3o aglomerada, com US$ 476,6 milh\u00f5es (21,2% do total); g\u00e1s natural liquefeito, com US$ 262,7 milh\u00f5es (11,7%); e outros trigos e misturas com centeio, com US$ 181,3 milh\u00f5es (8%).<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400; text-align: justify;\">Completam a pauta de importa\u00e7\u00f5es a compra de outras hulhas, mesmo em p\u00f3, n\u00e3o aglomeradas (US$ 67 milh\u00f5es); algod\u00e3o (<a href=\"https:\/\/maps.google.com\/?q=US$+40,1&amp;entry=gmail&amp;source=g\">US$ 40,1<\/a>\u00a0milh\u00f5es); outros compostos inorg\u00e2nicos (US$ 39,5 milh\u00f5es); \u00f3leos de dend\u00ea, em bruto (<a href=\"https:\/\/maps.google.com\/?q=US$+35,9&amp;entry=gmail&amp;source=g\">US$ 35,9<\/a>\u00a0milh\u00f5es); outros produtos laminados planos, de ferro ou a\u00e7os n\u00e3o ligados (<a href=\"https:\/\/maps.google.com\/?q=US$+33,7&amp;entry=gmail&amp;source=g\">US$ 33,7<\/a>\u00a0milh\u00f5es); castanha de caju (US$ 28,3 milh\u00f5es); e milho, exceto para semeadura (<a href=\"https:\/\/maps.google.com\/?q=US$+23,7&amp;entry=gmail&amp;source=g\">US$ 23,7<\/a>\u00a0milh\u00f5es).<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400; text-align: justify;\">Link:\u00a0<span style=\"color: #0000ff;\"><strong><a style=\"color: #0000ff;\" href=\"http:\/\/diariodonordeste.verdesmares.com.br\/cadernos\/negocios\/pela-1-vez-exportacoes-do-ceara-superam-us-2-bilhoes-1.1874769\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?hl=pt-BR&amp;q=http:\/\/diariodonordeste.verdesmares.com.br\/cadernos\/negocios\/pela-1-vez-exportacoes-do-ceara-superam-us-2-bilhoes-1.1874769&amp;source=gmail&amp;ust=1515796832696000&amp;usg=AFQjCNGuwpvdKvf8xCBmB5yQG5gEZO_Huw\">http:\/\/diariodonordeste.verdesmares.com.br\/cadernos\/negocios<\/a><\/strong><\/span><\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"font-weight: 400; text-align: justify;\">\u00a0<strong>Hot\u00e9is estimam 80% de ocupa\u00e7\u00e3o no Carnaval<\/strong><\/p>\n<div style=\"width: 394px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.opovo.com.br\/jornalimages\/app\/noticia_147507931171\/2018\/01\/05\/60073\/0501ec2010.JPG\" alt=\"A cidade de Aracati, no Litoral Leste, \u00e9 op\u00e7\u00e3o tanto para quem busca descanso quanto agita\u00e7\u00e3o F\u00c1BIO LIMA\" width=\"384\" height=\"256\" \/><p class=\"wp-caption-text\"><em><strong><span style=\"color: #000080;\">A cidade de Aracati, no Litoral Leste, \u00e9 op\u00e7\u00e3o tanto para quem busca descanso quanto agita\u00e7\u00e3o<\/span><\/strong><\/em> F\u00c1BIO LIMA<\/p><\/div>\n<p style=\"font-weight: 400; text-align: justify;\">\u00a0Nem bem passou o R\u00e9veillon e o setor hoteleiro cearense j\u00e1 mira nas vendas de pacotes para o feriad\u00e3o do Carnaval, que neste ano ocorre de 10 a 14 de fevereiro. A procura dos turistas j\u00e1 come\u00e7ou. A mais de um m\u00eas para a festa, a taxa m\u00e9dia de reservas nos hot\u00e9is do Estado para o per\u00edodo est\u00e1 em 40%, \u00edndice que deve ultrapassar os 80%, de acordo com a Associa\u00e7\u00e3o Brasileira da Ind\u00fastria de Hot\u00e9is do Cear\u00e1 (ABIH-CE).<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400; text-align: justify;\">\u00a0Mas quem quiser passar o feriad\u00e3o em destinos como Jericoacoara e Beberibe, \u00e9 bom se apressar. Levantamento feito pelo O POVO constatou que, em alguns hot\u00e9is, o percentual de reserva j\u00e1 passa de 80%. Em outros, j\u00e1 n\u00e3o h\u00e1 mais quartos dispon\u00edveis para o feriad\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400; text-align: justify;\">\u00a0Este \u00e9 o caso do Hotel Vila Metisse, em Jericoacoara, que trabalha com aluguel de quartos e casas privativas com pre\u00e7os m\u00e9dios de R$ 2.800. \u201cJ\u00e1 est\u00e1 com a taxa de ocupa\u00e7\u00e3o em 100% para o Carnaval. As vendas come\u00e7aram ainda em novembro. \u00c9 um destino mais procurado por quem quer tranquilidade\u201d, afirmou a gerente, Nara Vasconcelos.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400; text-align: justify;\">Para o vice-presidente da ABIH-CE, Darlan Leite, a melhora do ambiente econ\u00f4mico do Pa\u00eds e o bom desempenho do setor nesse fim de ano s\u00e3o ind\u00edcios de que a taxa de ocupa\u00e7\u00e3o dos hot\u00e9is neste Carnaval vai superar a marca de 2016 (78,02%).<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400; text-align: justify;\">\u00a0\u201cApesar do n\u00famero de reservas efetivadas ainda estar relativamente baixo, estamos confiantes de que haver\u00e1 crescimento. O Cear\u00e1 tem um recall muito bom no Carnaval. Muita gente que n\u00e3o conseguiu viajar em janeiro aproveita para viajar nesta \u00e9poca\u201d, acrescenta.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400; text-align: justify;\">\u00a0Darlan observa que, normalmente, o que os turistas buscam no Cear\u00e1 \u00e9 a combina\u00e7\u00e3o entre sol, praia e tranquilidade, principalmente, os visitantes que v\u00eam de S\u00e3o Paulo ou de estados do Nordeste. Por outro lado, diz que o interesse do p\u00fablico pelas festas tem crescido. A programa\u00e7\u00e3o de pr\u00e9-Carnaval de Fortaleza, realizada ao longo de janeiro, \u00e9 um exemplo. \u201cJ\u00e1 est\u00e1 consolidado\u201d, refor\u00e7a.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400; text-align: justify;\">\u00a0Al\u00e9m da Capital cearense, as praias de Aquiraz, Beberibe, Caucaia e Aracati atraem muitos visitantes. Atila Freire, gerente do hotel Tropic\u00e1lia, que fica pr\u00f3ximo \u00e0 praia de Canoa Quebrada, em Aracati, diz que o Carnaval \u00e9 um dos feriados mais importantes do ano. A previs\u00e3o \u00e9 que a taxa de ocupa\u00e7\u00e3o no estabelecimento, hoje em em 45% atinja 90% at\u00e9 fevereiro.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400; text-align: justify;\">&#8220;Quem vem para c\u00e1 est\u00e1 em busca de anima\u00e7\u00e3o. Tem bloco nas praias, mela-mela, bandas. E desde que a Prefeitura anunciou a programa\u00e7\u00e3o de Carnaval, a procura aumentou significativamente\u201d, afirma Atila.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400; text-align: justify;\">\u00a0\u00a0A diretora do Jangadeiro Praia Hotel, Cibele Studart, hotel localizado em Aquiraz, explica que, diferentemente de outras \u00e9pocas festivas, para o Carnaval, os foli\u00f5es costumam se programar para viajar mais em cima da hora. \u201cTodo ano \u00e9 a mesma coisa. A procura maior come\u00e7a em meados de janeiro e vai at\u00e9 o dia anterior ao Carnaval\u201d.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400; text-align: justify;\">\u00a0Link:\u00a0<strong><a href=\"https:\/\/www.opovo.com.br\/jornal\/economia\/2018\/01\/hoteis-estimam-80-de-ocupacao-no-carnaval.html\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?hl=pt-BR&amp;q=https:\/\/www.opovo.com.br\/jornal\/economia\/2018\/01\/hoteis-estimam-80-de-ocupacao-no-carnaval.html&amp;source=gmail&amp;ust=1515796832696000&amp;usg=AFQjCNHTfLzWNkvUX-7ur6yyGTFeCO44sw\">https:\/\/www.opovo.com.br\/jornal\/economia\/2018<\/a><\/strong><\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"font-weight: 400; text-align: justify;\">\u00a0<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"\" src=\"http:\/\/ascefort.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/07\/Fecom%C3%A9rcio-logo-Claudinha.jpg\" width=\"636\" height=\"346\" \/><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&#8211; Endividamento das fam\u00edlias se mant\u00e9m em dezembro, diz CNC; inadimpl\u00eancia cai<br \/>\n&#8211; Pela 1\u00aa vez, exporta\u00e7\u00f5es do Cear\u00e1 superam US$ 2 bilh\u00f5es<br \/>\n&#8211; Hot\u00e9is estimam 80% de ocupa\u00e7\u00e3o no Carnaval <\/p>\n","protected":false},"author":62,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[],"class_list":{"0":"post-11830","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-noticias"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ascefort.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11830","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ascefort.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/ascefort.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ascefort.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/62"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ascefort.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=11830"}],"version-history":[{"count":6,"href":"https:\/\/ascefort.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11830\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":11832,"href":"https:\/\/ascefort.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11830\/revisions\/11832"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ascefort.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=11830"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/ascefort.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=11830"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/ascefort.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=11830"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}