{"id":1669,"date":"2011-02-25T07:07:11","date_gmt":"2011-02-25T10:07:11","guid":{"rendered":"http:\/\/ascefort.com.br\/site\/?p=1669"},"modified":"2011-02-27T07:16:47","modified_gmt":"2011-02-27T10:16:47","slug":"a-china-e-aqui-e-ja-ocupa-o-2%c2%ba-lugar-na-parceria-com-o-ceara","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ascefort.com.br\/site\/a-china-e-aqui-e-ja-ocupa-o-2%c2%ba-lugar-na-parceria-com-o-ceara\/","title":{"rendered":"A China \u00e9 aqui e j\u00e1 ocupa o 2\u00ba lugar na parceria com o Cear\u00e1"},"content":{"rendered":"<p><strong>COMPRAS AQUECIDAS<\/strong> (25\/2\/2011)<\/p>\n<div style=\"width: 250px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"http:\/\/diariodonordeste.globo.com\/imagem.asp?Imagem=482844\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" \" title=\"Itens sider\u00fargicos, m\u00e1quinas e equipamentos s\u00e3o os mais importados pelo Estado dos chineses, mas mercadorias de maior apelo popular, como brinquedos e eletr\u00f4nicos, seguem em alta  FOTOS: ALEX COSTA\" src=\"http:\/\/diariodonordeste.globo.com\/imagem.asp?Imagem=482844\" alt=\"Itens sider\u00fargicos, m\u00e1quinas e equipamentos s\u00e3o os mais importados pelo Estado dos chineses, mas mercadorias de maior apelo popular, como brinquedos e eletr\u00f4nicos, seguem em alta  FOTOS: ALEX COSTA\" width=\"240\" height=\"160\" \/><\/a><p class=\"wp-caption-text\">Itens sider\u00fargicos, m\u00e1quinas e equipamentos s\u00e3o os mais importados pelo Estado dos chineses, mas mercadorias de maior apelo popular, como brinquedos e eletr\u00f4nicos, seguem em alta  FOTOS: ALEX COSTA<\/p><\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em><strong>Rela\u00e7\u00f5es comerciais entre Cear\u00e1 e China somaram US$ 508 milh\u00f5es, inferior apenas \u00e0 parceria com os EUA<\/strong><br \/>\n<\/em><br \/>\nVoc\u00ea pode n\u00e3o perceber, mas em praticamente todas as resid\u00eancias cearenses, seja rica ou pobre, existe um produto com o seguinte detalhe impresso: &#8220;made in China&#8221;. Basta procurar. Isso tem uma explica\u00e7\u00e3o. O gigante asi\u00e1tico j\u00e1 \u00e9, por quatro anos consecutivos, o 2\u00ba maior parceiro comercial do Estado.<\/p>\n<p>A soma de importa\u00e7\u00f5es e exporta\u00e7\u00f5es (o chamado corrente com\u00e9rcio) entre Cear\u00e1 e China foi de US$ 508 milh\u00f5es, no acumulado do ano passado. Cresceu quase 18 vezes em uma d\u00e9cada, o mesmo que 1.672%. S\u00f3 perde, ou melhor, ainda perde, para a tradicional\u00edssima rela\u00e7\u00e3o com os Estados Unidos da Am\u00e9rica (EUA), que, em 2010, movimentaram com os cearenses pouco mais de US$ 595 milh\u00f5es. A diferen\u00e7a \u00e9 que, no caso estadunidense, n\u00f3s exportamos mais do que compramos. Com a China, a realidade \u00e9 outra. E s\u00e3o justamente as importa\u00e7\u00f5es para o pa\u00eds detentor da economia que mais cresce no planeta, <a href=\"http:\/\/diariodonordeste.globo.com\/imagem.asp?Imagem=482846\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignright\" src=\"http:\/\/diariodonordeste.globo.com\/imagem.asp?Imagem=482846\" alt=\"Clique para Ampliar\" width=\"240\" height=\"160\" \/><\/a>atualmente, que fizeram a diferen\u00e7a para que os chineses &#8211; que, h\u00e1 10 anos, n\u00e3o figuravam nem entre os nossos 30 maiores parceiros -, passassem a amea\u00e7ar o antes inabal\u00e1vel 1\u00ba lugar na prefer\u00eancia dos cearenses em comercializar com os EUA. As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do estudo &#8220;Rela\u00e7\u00f5es Comerciais China&#8221;, elaborado pelo Centro Internacional de Neg\u00f3cios do Cear\u00e1 (CIN), ligado \u00e0 Fiec, com base nos dados do Minist\u00e9rio do Desenvolvimento, Ind\u00fastria e Com\u00e9rcio Exterior (Mdic). Os n\u00fameros impressionam.<\/p>\n<p><strong>&#8220;S\u00e9culo da \u00c1sia&#8221;<br \/>\n<\/strong><a href=\"http:\/\/diariodonordeste.globo.com\/imagem.asp?Imagem=482847\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignright\" src=\"http:\/\/diariodonordeste.globo.com\/imagem.asp?Imagem=482847\" alt=\"Clique na imagem\" width=\"420\" height=\"298\" \/><\/a><br \/>\nNa opini\u00e3o do superintendente do CIN, Eduardo Bezerra, &#8220;o s\u00e9culo XXI \u00e9 dos asi\u00e1ticos. &#8220;Vivemos uma soberania econ\u00f4mica dos EUA e da Uni\u00e3o Europeia. Mas o peso da \u00c1sia nas transa\u00e7\u00f5es globais em todo o mundo cresceu, sobretudo, quando a China explodiu economicamente&#8221;, analisa. Para ele, outros pa\u00edses do mesmo continente como Coreia do Sul, \u00cdndia e Vietn\u00e3, cada vez mais, ganham espa\u00e7o no com\u00e9rcio mundial.<\/p>\n<p>Segundo Bezerra, os chineses t\u00eam v\u00e1rias vantagens sobre os demais pa\u00edses pelo fato de viverem em um regime pol\u00edtico r\u00edgido, mas de economia aberta. &#8220;O oper\u00e1rio l\u00e1 n\u00e3o faz greve, n\u00e3o reivindica aumento de sal\u00e1rio, e o plano de sa\u00fade \u00e9 p\u00fablico. Isso colabora para que os produtos deles cheguem com pre\u00e7os mais baixos&#8221;, diz.<\/p>\n<p>Mas, na vis\u00e3o dele, o verdadeiro diferencial do chin\u00eas \u00e9 a sua flexibilidade. &#8220;Eles aprenderam a fazer neg\u00f3cio com o Ocidente. Quem est\u00e1 invadindo o com\u00e9rcio tem que tratar seus clientes melhores que os outros&#8221;, explica.<\/p>\n<p>Para Bezerra, o chin\u00eas tamb\u00e9m se diferencia em saber produzir mercadorias com distintos n\u00edveis de qualidade e pre\u00e7os. &#8220;Se voc\u00ea pedir para eles uma cadeira popular de qualidade inferior, a custo baix\u00edssimo, e, tamb\u00e9m, uma outra mais sofisticada, com madeira especial e pre\u00e7o mais alto, eles ir\u00e3o fazer. Ajustam o valor da mercadoria ao que o comprador quer. Esse \u00e9 o segredo dos produtos chineses no mundo todo&#8221;.<\/p>\n<p><strong>ILO SANTIAGO JR.<br \/>\n<\/strong>REP\u00d3RTER<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Fonte <strong><span style=\"color: #003300;\">Di\u00e1rio do Nordeste<\/span><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"http:\/\/diariodonordeste.globo.com\/materia.asp?codigo=939577\">http:\/\/diariodonordeste.globo.com\/materia.asp?codigo=939577<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>COMPRAS AQUECIDAS (25\/2\/2011) Rela\u00e7\u00f5es comerciais entre Cear\u00e1 e China somaram US$ 508 milh\u00f5es, inferior apenas \u00e0 parceria com os EUA Voc\u00ea pode n\u00e3o perceber, mas&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":62,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1669","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-noticias"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ascefort.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1669","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ascefort.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/ascefort.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ascefort.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/62"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ascefort.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1669"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/ascefort.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1669\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1671,"href":"https:\/\/ascefort.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1669\/revisions\/1671"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ascefort.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1669"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/ascefort.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1669"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/ascefort.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1669"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}