{"id":3219,"date":"2011-09-04T13:32:05","date_gmt":"2011-09-04T16:32:05","guid":{"rendered":"http:\/\/ascefort.com.br\/site\/?p=3219"},"modified":"2011-09-04T13:36:47","modified_gmt":"2011-09-04T16:36:47","slug":"e-preciso-analisar-agora-a-mortalidade-das-mpes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ascefort.com.br\/site\/e-preciso-analisar-agora-a-mortalidade-das-mpes\/","title":{"rendered":"&#8220;\u00c9 preciso analisar agora a mortalidade das MPEs&#8221;"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><em><strong><span style=\"color: #008000;\">mudando para competir<br \/>\n<a href=\"http:\/\/ascefort.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/09\/Simples-Nacional-1036445.jpg\" rel=\"attachment wp-att-3220\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignright size-medium wp-image-3220\" title=\"Simples Nacional  1036445\" src=\"http:\/\/ascefort.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/09\/Simples-Nacional-1036445-300x213.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"213\" srcset=\"https:\/\/ascefort.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/09\/Simples-Nacional-1036445-300x213.jpg 300w, https:\/\/ascefort.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/09\/Simples-Nacional-1036445.jpg 718w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><\/span><\/strong><\/em>Que a implanta\u00e7\u00e3o do regime do Simples Nacional, que passou a ter vig\u00eancia em 2007, gerou um forte impacto no processo de formaliza\u00e7\u00e3o de micro e pequenos empreendimentos, isso n\u00e3o tem sido questionado, pelo menos entre as entidades que agregam empres\u00e1rios. Entretanto, a presidente da Femicro-CE (Federa\u00e7\u00e3o das Associa\u00e7\u00f5es de Microempresas e Empresas de Pequeno Porte do Cear\u00e1), Dalvani Mota, questiona: &#8220;e quanto \u00e0 manuten\u00e7\u00e3o no mercado dessas novas empresas registradas? Ser\u00e1 que elas est\u00e3o preparadas, ou se preparando, para enfrentar este meio, cada vez mais competitivo?&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;A quest\u00e3o da formaliza\u00e7\u00e3o est\u00e1 sendo resolvida. Agora, tem que ver a hist\u00f3ria da mortalidade das empresas. O Estado e o Munic\u00edpio deveriam se preocupar com isso, acredito que \u00e9 fun\u00e7\u00e3o deles, uma vez que vemos, crescentemente, um aumento nas arrecada\u00e7\u00f5es dessas esferas&#8221;, defende a presidente. Segundo ela, o Executivo local deveria criar um projeto de monitoramento dessas novas empresas e empreendedores individuais que est\u00e3o se formalizando. &#8220;N\u00e3o \u00e9 fiscalizar, mas sim ver as necessidades. Saber se elas precisam de treinamento, de cr\u00e9dito, acompanhar a sustentabilidade das empresas&#8221;, refor\u00e7a. Dalvani aponta que existe hoje no mercado uma grande oferta de cr\u00e9dito que pode ser acessada por micro e pequenos empres\u00e1rios.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Dificuldades<br \/>\n<\/strong><br \/>\nS\u00e3o recursos que podem ser utilizados em inova\u00e7\u00e3o nessas empresas, em amplia\u00e7\u00e3o da capacidade produtiva, entre outros fins. Contudo, diz, muitas vezes, estes n\u00e3o sabem como contrair o empr\u00e9stimo e, se o conseguem, n\u00e3o sabem como utiliz\u00e1-lo da melhor maneira. &#8220;\u00c9 preciso verificar estas dificuldades, que podem acabar por ocasionar a morte dessas novas empresas&#8221;, alerta Dalvani.<br \/>\n<a href=\"http:\/\/ascefort.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/09\/Dalvani-DN-1036445.jpg\" rel=\"attachment wp-att-3221\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignright size-full wp-image-3221\" title=\"Dalvani DN 1036445\" src=\"http:\/\/ascefort.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/09\/Dalvani-DN-1036445.jpg\" alt=\"\" width=\"361\" height=\"593\" srcset=\"https:\/\/ascefort.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/09\/Dalvani-DN-1036445.jpg 361w, https:\/\/ascefort.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/09\/Dalvani-DN-1036445-182x300.jpg 182w\" sizes=\"auto, (max-width: 361px) 100vw, 361px\" \/><\/a><br \/>\n<strong>Benef\u00edcios<br \/>\n<\/strong><br \/>\nEntretanto, no que diz respeito \u00e0 redu\u00e7\u00e3o da informalidade entre as micro e pequenas empresas, e mesmo entre aut\u00f4nomos, ela diz que a lei federal tem tido uma resposta muito positiva. &#8220;O Simples mudou totalmente o panorama empresarial&#8221;, afirma. &#8220;A formaliza\u00e7\u00e3o das empresas gera uma cadeia de benef\u00edcios da qual todo mundo sai ganhando: o governo, as institui\u00e7\u00f5es financeiras e as empresas&#8221;, destaca a presidente da Femicro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Supersimples, como tamb\u00e9m \u00e9 chamado, foi criado para unificar a arrecada\u00e7\u00e3o dos tributos e contribui\u00e7\u00f5es devidos pelas micro e pequenas empresas brasileiras, nos \u00e2mbitos dos governos federal, estadual e municipal. A presidente da Femicro afirma que, desde sua cria\u00e7\u00e3o, o n\u00famero de formaliza\u00e7\u00f5es de empresas no Estado tem observado significativo incremento, reduzindo, aos poucos, a informalidade, por mais que esta ainda seja grande mesmo nas grandes metr\u00f3poles, como Fortaleza.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Consci\u00eancia<br \/>\n<\/strong><br \/>\n&#8220;As pessoas, \u00e0 medida que v\u00e3o buscando mais informa\u00e7\u00f5es, vendo as vantagens e as obriga\u00e7\u00f5es que t\u00eam nesse regime, quando ganham consci\u00eancia disso, elas logo se formalizam&#8221;, garante Dalvani.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;\u00c9 importante que, para que as empresas possam crescer e prestar melhores servi\u00e7os, elas busquem a formalidade&#8221;, defende a presidente da Femicro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Hoje, de acordo com dados da Receita Federal, existem 180.665 micro e pequenas empresas optantes pelo Simples no Cear\u00e1. (SS)<\/p>\n<p><strong>NO ESTADO<br \/>\n100 mil regularizados at\u00e9 o fim do ano<\/strong><\/p>\n<p><em>Ser\u00e1 preciso mais que dobrar, em quatro meses, o n\u00famero de formaliza\u00e7\u00f5es realizadas em dois anos<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">At\u00e9 o final deste ano, o Cear\u00e1 dever\u00e1 ter 100 mil novos empreendedores individuais, devidamente regularizados pelo programa do governo federal. Esta \u00e9 a meta que persegue o Sebrae\/CE, segundo informa o superintendente Carlos Cruz. Para alcan\u00e7ar isso, entretanto, ser\u00e1 preciso mais que dobrar, em quatro meses, o n\u00famero de formaliza\u00e7\u00f5es realizado em dois anos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De julho de 2009, quando a resolu\u00e7\u00e3o 58 da Lei Complementar n\u00ba 128\/08, que cria a figura jur\u00eddica do Empreendedor Individual (EI) entrou em vigor, at\u00e9 30 de agosto passado, 43.050 pessoas aderiram ao programa. Apesar do grande avan\u00e7o no n\u00famero de aut\u00f4nomos que entraram no mercado formal de trabalho, o superintendente aponta que as metas anteriores n\u00e3o chegaram a ser cumpridas. A expectativa era de que, at\u00e9 o final do ano passado, fossem formalizados 70 mil empreendedores no Cear\u00e1, n\u00famero que at\u00e9 agora ainda n\u00e3o foi alcan\u00e7ado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De acordo com Carlos Cruz, um prov\u00e1vel motivo para isso foram problemas relacionados a tecnologia de informa\u00e7\u00e3o (TI). &#8220;A Junta Comercial teve defici\u00eancia de TI, o que atrapalhou o processo&#8221;, justifica. Antes, para se formalizar, o empreendedor tinha que passar por 42 p\u00e1ginas na internet, o que tornava bastante complicado o procedimento.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Entretanto, ele informa que a dificuldade foi resolvida em maio passado. A partir de ent\u00e3o, garante, o processo vem avan\u00e7ando mais celeremente. Hoje, bastam tr\u00eas p\u00e1ginas para iniciar e finalizar a formaliza\u00e7\u00e3o. Como resultado disso, em apenas tr\u00eas meses, do final de maio ao final de agosto, quase 11 mil pessoas se formalizaram pelo EI, mais de um ter\u00e7o de todo o n\u00famero registrado de julho de 2009 a abril de 2011.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em rela\u00e7\u00e3o aos outros estados nordestinos, o Cear\u00e1 se coloca na terceira posi\u00e7\u00e3o no n\u00famero de pessoas optantes pelo EI, ficando atr\u00e1s de Pernambuco e Bahia. Pernambuco teve quase 10 mil formalizados \u00e1 frente do Cear\u00e1. J\u00e1 a Bahia, por sua vez, mostrou-se bem \u00e0 frente dos outros estados nordestinos, com 128.479 adeptos ao EI no per\u00edodo, ficando atr\u00e1s apenas dos tr\u00eas estados do Sudeste: S\u00e3o Paulo (339.750), Rio de Janeiro (193.096) e Minas Gerais (147.791). (SS)<\/p>\n<p><strong>AVAN\u00c7O<br \/>\nNa Capital, 53% dos novos empres\u00e1rios<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignright\" src=\"http:\/\/diariodonordeste.globo.com\/imagem.asp?Imagem=536182\" alt=\"  \" width=\"290\" height=\"217\" \/><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>Dos 28,2 mil cadastrados no Estado at\u00e9 maio deste ano, 15,0 mil eram da Capital, o que representa 53% do total<br \/>\n<\/em><br \/>\nMais da metade dos aut\u00f4nomos formalizados no Cear\u00e1 atrav\u00e9s do Empreendedor Individual exercem sua atividade em Fortaleza, ou realizaram seu cadastro na cidade, segundo dados da Receita Federal compilados pelo Sebrae. Dos 28,2 mil cadastrados no Estado at\u00e9 maio deste ano, 15,0 mil eram da Capital, o que representa 53% do total.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O restante dos empreendedores ficaram pulverizados entre os demais munic\u00edpios cearenses. Caucaia, que ficou em segundo lugar, contou com apenas 4,7% do total. Deste universo de novos empreendedores formais, a maioria vem do setor do com\u00e9rcio (46,7%), seguido do de servi\u00e7os (30,3%), segundo pesquisa do Sebrae.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os resultados chegam a ser previs\u00edveis, pondo em quest\u00e3o que Fortaleza, que puxa o n\u00famero dos formalizados, tem no com\u00e9rcio e nos servi\u00e7os suas principais atividades econ\u00f4micas. Na sequ\u00eancia do setores, vem a ind\u00fastria, com 20,5%, e outros 2,4% s\u00e3o da constru\u00e7\u00e3o civil.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Atividades<br \/>\n<\/strong><br \/>\nEm rela\u00e7\u00e3o \u00e0s atividades em que mais aut\u00f4nomos deixaram a informalidade, destaca-se o com\u00e9rcio varejista de artigos do vestu\u00e1rio e acess\u00f3rios, com 11,4% do total. Os cabeleireiros vieram logo ap\u00f3s, com os minimercados, mercearias e armaz\u00e9ns em seguida. As lanchonetes, casas de ch\u00e1, de sucos e similares tamb\u00e9m tiveram destaque, assim como os armarinhos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os cadastros no EI mostraram uma rela\u00e7\u00e3o equilibrada entre os g\u00eaneros dos empreendedores. Os homens formaram 52% dos cadastros no programa, e as mulheres, 48%. A faixa et\u00e1ria com maior n\u00famero de EI \u00e9 aquela entre 30 e 39 anos, que responde por 33%. Os de 40 a 49 anos ficaram em segundo lugar, seguidos dos de 30 a 39 anos, com 24,4%. A terceira faixa foi de 25 at\u00e9 29 anos, com 16,9% do EI. (SS)<\/p>\n<p>Fonte\u00a0<a href=\"http:\/\/diariodonordeste.globo.com\/materia.asp?codigo=1036445\">http:\/\/<strong><span style=\"color: #008000;\">diariodonordeste<\/span><\/strong>.globo.com\/materia.asp?codigo=1036445<\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>mudando para competir Que a implanta\u00e7\u00e3o do regime do Simples Nacional, que passou a ter vig\u00eancia em 2007, gerou um forte impacto no processo de&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":62,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[],"class_list":{"0":"post-3219","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-noticias"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ascefort.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3219","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ascefort.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/ascefort.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ascefort.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/62"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ascefort.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3219"}],"version-history":[{"count":7,"href":"https:\/\/ascefort.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3219\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3228,"href":"https:\/\/ascefort.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3219\/revisions\/3228"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ascefort.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3219"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/ascefort.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3219"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/ascefort.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3219"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}