{"id":3724,"date":"2011-10-19T20:24:10","date_gmt":"2011-10-19T23:24:10","guid":{"rendered":"http:\/\/ascefort.com.br\/site\/?p=3724"},"modified":"2011-10-19T20:29:42","modified_gmt":"2011-10-19T23:29:42","slug":"672-da-populacao-tem-sensacao-de-inseguranca","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ascefort.com.br\/site\/672-da-populacao-tem-sensacao-de-inseguranca\/","title":{"rendered":"67,2% da popula\u00e7\u00e3o t\u00eam sensa\u00e7\u00e3o de inseguran\u00e7a"},"content":{"rendered":"<div style=\"width: 370px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"http:\/\/diariodonordeste.globo.com\/imagem.asp?Imagem=549168\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Fortalezenses temerosos: pessoas se trancam nas casas e com\u00e9rcio com medo da viol\u00eancia  CAROL DOMINGUES (28\/09\/2001)\" src=\"http:\/\/diariodonordeste.globo.com\/imagem.asp?Imagem=549168\" alt=\"Fortalezenses temerosos: pessoas se trancam nas casas e com\u00e9rcio com medo da viol\u00eancia  CAROL DOMINGUES (28\/09\/2001)\" width=\"360\" height=\"240\" \/><\/a><p class=\"wp-caption-text\">Fortalezenses temerosos: pessoas se trancam nas casas e com\u00e9rcio com medo da viol\u00eancia CAROL DOMINGUES (28\/09\/2001)<\/p><\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #008000;\"><strong>fortaleza<\/strong><\/span><br \/>\nPara 67,2% dos fortalezenses, a inseguran\u00e7a na Capital cearense \u00e9 sentida num n\u00edvel alto. A conclus\u00e3o \u00e9 de uma pesquisa in\u00e9dita feita pelo Sindicato do Mercado Imobili\u00e1rio do Cear\u00e1 (Secovi-CE), que entrevistou 1,373 milh\u00e3o de pessoas no per\u00edodo de um ano. Segundo o presidente da entidade, S\u00e9rgio Porto, o \u00cdndice de Medo da Popula\u00e7\u00e3o de Fortaleza passar\u00e1 a ser feito a cada tr\u00eas meses.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;Nosso objetivo \u00e9 saber como o fortalezense, de forma geral, sente a viol\u00eancia e de que maneira ela acha que pode afet\u00e1-lo. Sabemos que a percep\u00e7\u00e3o \u00e9 um sentimento. Quem tem inseguran\u00e7a n\u00e3o necessariamente passou por alguma experi\u00eancia violenta, mas denota a confian\u00e7a ou n\u00e3o no aparato de seguran\u00e7a p\u00fablica&#8221;, explica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na classifica\u00e7\u00e3o dos n\u00edveis de risco, o maior deles foi registrado na situa\u00e7\u00e3o de um assalto a m\u00e3o armada, em que 49,6% dos entrevistados o classificaram como muito grande. Um dado destacado por S\u00e9rgio Porto foi a proximidade dos \u00edndices de risco de ser assaltado na condu\u00e7\u00e3o (\u00f4nibus, carro, moto, bicicleta etc.) e o risco de ser morto no momento de um assalto.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;A pesquisa mostra que 49,1% dos fortalezenses t\u00eam um medo grande de ser assaltado na condu\u00e7\u00e3o, enquanto 47,4% temem de forma intensa serem mortos num assalto. A situa\u00e7\u00e3o chegou num ponto em que muita gente torce para que o assaltante seja \u00b4profissional\u00b4, aborde com calma e n\u00e3o esteja sob o efeito de droga, quando o risco de um disparo acidental \u00e9 maior&#8221;, opina.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ainda segundo a pesquisa, andar na rua sozinho e sair de casa nos fins de semana s\u00e3o os principais temores dos pesquisados, com \u00edndices de inseguran\u00e7a de 70,9% e 71%, respectivamente. A situa\u00e7\u00e3o menos temida \u00e9 a de ter a casa arrombada, com 40,4% classificando-a como risco grande.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;O que n\u00f3s temos aqui \u00e9 um c\u00edrculo vicioso. O aumento da viol\u00eancia aumenta a sensa\u00e7\u00e3o de inseguran\u00e7a. E quando a pessoa procura fazer uma den\u00fancia e n\u00e3o consegue, ou simplesmente n\u00e3o registra o fato na delegacia, a falta de a\u00e7\u00f5es estimula a sensa\u00e7\u00e3o de impunidade, aumentando a viol\u00eancia e assim sucessivamente&#8221;, avalia Paulo Kuhn, consultor econ\u00f4mico do Instituto de Pesquisas e Estat\u00edsticas do Secovi (Inpes),que executou a pesquisa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Conv\u00eanio<br \/>\n<\/strong><br \/>\nPara tentar formar uma rede de informa\u00e7\u00e3o e comunicar situa\u00e7\u00f5es criminosas em tempo real, o Secovi e a Secretaria de Seguran\u00e7a P\u00fablica e Defesa Social (SSPDS) est\u00e3o se reunindo para implantar o projeto De Olho na Rua. O projeto consiste em promover um treinamento para porteiros de condom\u00ednios para comunicar-se entre si.<\/p>\n<p><em><strong>KAROLINE VIANA<br \/>\n<\/strong>REP\u00d3RTER<\/em><\/p>\n<p>Fonte\u00a0<a href=\"http:\/\/diariodonordeste.globo.com\/materia.asp?codigo=1058375\">http:\/\/<span style=\"color: #008000;\"><strong>diariodonordeste<\/strong><\/span>.globo.com\/materia.asp?codigo=1058375<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Para 67,2% dos fortalezenses, a inseguran\u00e7a na Capital cearense \u00e9 sentida num n\u00edvel alto. A conclus\u00e3o \u00e9 de uma pesquisa in\u00e9dita feita pelo Sindicato do Mercado Imobili\u00e1rio do Cear\u00e1 (Secovi-CE), que entrevistou 1,373 milh\u00e3o de pessoas no per\u00edodo de um ano. 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