{"id":4240,"date":"2011-12-11T10:05:05","date_gmt":"2011-12-11T13:05:05","guid":{"rendered":"http:\/\/ascefort.com.br\/site\/?p=4240"},"modified":"2011-12-11T12:39:11","modified_gmt":"2011-12-11T15:39:11","slug":"lojistas-ameacam-%c2%b4meia-porta%c2%b4","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ascefort.com.br\/site\/lojistas-ameacam-%c2%b4meia-porta%c2%b4\/","title":{"rendered":"Lojistas amea\u00e7am \u00b4meia-porta\u00b4"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"color: #008000;\"><strong>no centro<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>Com as ruas do Centro tomadas pelo com\u00e9rcio informal, donos de lojas denunciam a inoper\u00e2ncia dos poderes p\u00fablicos<br \/>\n<\/em><\/p>\n<div class=\"mceTemp\" style=\"text-align: justify;\">\n<dl id=\"attachment_4241\" class=\"wp-caption alignright\" style=\"width: 160px;\">\n<dt class=\"wp-caption-dt\"><a href=\"http:\/\/ascefort.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/12\/DN-1082096.jpg\" rel=\"attachment wp-att-4241\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-thumbnail wp-image-4241\" title=\"Ambulantes se amontoam nas cal\u00e7adas e fazem com que as pessoas tenham de se \u00b4espremer\u00b4 dentre as bancas VIVIANE PINHEIRO\" src=\"http:\/\/ascefort.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/12\/DN-1082096-150x150.jpg\" alt=\"Ambulantes se amontoam nas cal\u00e7adas e fazem com que as pessoas tenham de se \u00b4espremer\u00b4 dentre as bancas VIVIANE PINHEIRO\" width=\"150\" height=\"150\" \/><\/a><\/dt>\n<dd class=\"wp-caption-dd\"><em><strong><span style=\"color: #003366;\">Ambulantes se amontoam nas cal\u00e7adas e fazem com que as pessoas tenham de se \u00b4espremer\u00b4 dentre as bancas<\/span><\/strong><\/em> VIVIANE PINHEIRO<\/dd>\n<\/dl>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">A menos de 15 dias para o Natal, o tempo \u00e9 de compras na cidade. No Centro, as lojas est\u00e3o lotadas e as ruas repletas de consumidores \u00e1vidos para comprar e ambulantes ansiosos para vender. Tudo estaria bem n\u00e3o fosse o fato de o com\u00e9rcio nas cal\u00e7adas e vias p\u00fablicas acabarem provocando a desorganiza\u00e7\u00e3o do espa\u00e7o &#8211; as pessoas precisam andar espremidas entre as mercadorias &#8211; e, claro, preju\u00edzos para os lojistas que est\u00e3o reclamando.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Eles criaram o &#8220;Grito dos comerciantes legais&#8221; e amea\u00e7am fazer um ato, em data ainda a ser definida, em que as lojas do Centro trabalhar\u00e3o \u00e0 &#8220;meia porta&#8221; durante um dos per\u00edodos comerciais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Conforme o presidente da Associa\u00e7\u00e3o dos Empres\u00e1rios do Centro de Fortaleza (Ascefort), Maia J\u00fanior, a ideia \u00e9 demonstrar a insatisfa\u00e7\u00e3o com o descaso do poder p\u00fablico municipal e a aus\u00eancia de a\u00e7\u00e3o do poder estadual, no que lhe compete: o disciplinamento de com\u00e9rcio informal e da feira livre que se apropria do espa\u00e7o p\u00fablico no Centro todos os dias da semana.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">S\u00f3 para se ter uma ideia, agora para este ano, a expectativa do Sindicato dos Lojistas de Fortaleza (Sindilojas) \u00e9 de que as vendas, em Fortaleza, superem em 15% as do mesmo per\u00edodo do ano passado. Enquanto no Centro, a previs\u00e3o \u00e9 de aumento de 5,6%, n\u00famero bem menor que do ano passado, quando o acr\u00e9scimo foi de 9,7%. Essa disparidade causa desconforto nas lideran\u00e7as empresariais lojistas que decidiram pelo movimento.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No documento de cria\u00e7\u00e3o do &#8220;Grito&#8221;, os comerciantes denunciam a inoper\u00e2ncia dos poderes municipal, estadual e federal pela permissividade da &#8220;avalanche de com\u00e9rcio informal do Centro&#8221;. Segundo afirmam, a informalidade sobrep\u00f5e em mais de duas vezes o faturamento da economia formal da \u00e1rea. Em protesto, os empres\u00e1rios far\u00e3o um ato, em data a ser definida, em que as lojas do Centro trabalhar\u00e3o \u00e0 &#8220;meia porta&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;No Centro tem ambulantes novos todos os dias se instalando nas principais ruas ou pra\u00e7as, \u00e0s vezes com aval do poder p\u00fablico municipal, como \u00e9 o caso da Pra\u00e7a da Esta\u00e7\u00e3o, em frente a um patrim\u00f4nio federal tombado&#8221;, diz o presidente da Ascefort, Maia J\u00fanior.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Luiza Perdig\u00e3o, titular da Secretaria Executiva Regional do Centro (Sercefor), considera leg\u00edtimo o grito dos comerciantes legais do Centro, mas refor\u00e7a que o poder p\u00fablico est\u00e1 levando adiante o plano de reordenamento do Centro que tem como objetivo retirar os ambulantes das ruas e coloc\u00e1-los em locais adequados de venda, atrav\u00e9s da inclus\u00e3o da economia do camel\u00f4. Mas, lembra que isso n\u00e3o se faz do dia para a noite.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;Temos esse compromisso com o reordenamento, mas queremos construir isso de forma duradoura para a cidade e paliativa. Acho que estamos no caminho certo&#8221;. Na vis\u00e3o da gestora o ato dos empres\u00e1rios al\u00e9m de leg\u00edtimo \u00e9 necess\u00e1rio, pois chama o poder p\u00fablico para a necessidade de formalizar o com\u00e9rcio ambulante. Diz ainda que a pol\u00edtica dessa gest\u00e3o tem os ambulantes como um dos atores, assim como os consumidores, pedestres e comerciantes legais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De acordo com a Sercefor, existem no Centro 2.623 vendedores ambulantes identificados pelo munic\u00edpio. Eles s\u00e3o monitorados, diariamente, por 30 fiscais e 150 auxiliares de fiscais circulam, que ficam em pontos estrat\u00e9gicos para inibir a ocupa\u00e7\u00e3o de espa\u00e7os p\u00fablicos. No Parque das Crian\u00e7as, a cal\u00e7ada da Rua Solon Pinheiro ainda est\u00e1 demarcada, indicando o espa\u00e7o de cada ambulante. Contudo, por causa da fiscaliza\u00e7\u00e3o ostensiva, nenhum foi visto no local.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Linha Vermelha<br \/>\n<\/strong><br \/>\nA medida \u00e9 reflexo da Opera\u00e7\u00e3o Linha Vermelha, que desde o \u00faltimo dia 21, vem desocupando cal\u00e7adas, logradouros e vias de 13 pontos hist\u00f3ricos e culturais do Centro. Dentre eles: Casa Juvenal Galeno, Museu do Cear\u00e1, Pra\u00e7a dos Le\u00f5es, Igreja da S\u00e9, Passeio P\u00fablico, Igreja S\u00e3o Bernardo, Museu das Secas, Instituto Hist\u00f3rico Geogr\u00e1fico, Parque das Crian\u00e7as, Santa Casa de Miseric\u00f3rdia e o Theatro Jos\u00e9 de Alencar (TJA).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Perdig\u00e3o frisa que essa opera\u00e7\u00e3o tem uma fun\u00e7\u00e3o muito importante, pois al\u00e9m de beneficiar alguns bens hist\u00f3ricos que contar\u00e3o com a fachada liberada tem ainda uma fun\u00e7\u00e3o educativa, pois \u00e9 o poder p\u00fablico quem determina o local onde os ambulantes poder\u00e3o atuar.<\/p>\n<p><strong>N\u00famero<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">2.623 vendedores ambulantes est\u00e3o espalhados pelo Centro de Fortaleza, de acordo com a Secretaria Executiva Regional do Centro (Sercefor).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Fonte:\u00a0<a href=\"http:\/\/diariodonordeste.globo.com\/materia.asp?codigo=1082096\">http:\/\/<strong><span style=\"color: #008000;\">diariodonordeste<\/span><\/strong>.globo.com\/materia.asp?codigo=1082096<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A menos de 15 dias para o Natal, o tempo \u00e9 de compras na cidade. 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