{"id":5587,"date":"2012-07-29T07:57:48","date_gmt":"2012-07-29T10:57:48","guid":{"rendered":"http:\/\/ascefort.com.br\/site\/?p=5587"},"modified":"2012-07-29T07:58:38","modified_gmt":"2012-07-29T10:58:38","slug":"obras-inacabadas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ascefort.com.br\/site\/obras-inacabadas\/","title":{"rendered":"Obras inacabadas"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">Apenas um tri\u00e2ngulo de pequenas propor\u00e7\u00f5es em \u00e1rea nobre de Fortaleza. Apesar disso, a obra, prometida para dezembro de 2011, permanece inacabada. Os tapumes foram colocados como an\u00fancio da reforma e, durante meses, o deslocamento seguro de pedestres pelas cal\u00e7adas ficou prejudicado. Enfim, tudo por um bem maior! Ter\u00edamos a Pra\u00e7a Dr. Moreira de Souza renovada. Contudo, isso n\u00e3o ocorreu.<\/p>\n<p>Para surpresa da popula\u00e7\u00e3o, a obra, na conflu\u00eancia da Av. Aboli\u00e7\u00e3o com Antonio Justa, n\u00e3o foi conclu\u00edda. A pra\u00e7a continua alquebrada e feia. Por que tanta dificuldade para se reformar uma pequena pra\u00e7a? Desculpas s\u00e3o dadas e a gente n\u00e3o consegue aceit\u00e1-las. Contrato desfeito, n\u00e3o cumprimento das exig\u00eancias da licita\u00e7\u00e3o, falta de verba&#8230; Como se d\u00e3o as licita\u00e7\u00f5es? Qual era o projeto previsto? Como se d\u00e1 a fiscaliza\u00e7\u00e3o da obra? Por que a verba sempre termina e a obra se eterniza inacabada?<\/p>\n<p>Quando nos propomos a construir ou reformar algo, estabelecemos prioridades e metas, procuramos controlar gastos e pagamos de acordo com o cumprimento das tarefas. Assim pode dar certo! J\u00e1 nas obras p\u00fablicas, sempre as mesmas desculpas: a empresa n\u00e3o cumpriu prazos, nem promessas contidas na licita\u00e7\u00e3o, a verba acabou ou nem chegou, o que nos leva a crer que o planejamento e acompanhamento de todo processo foi deficiente por parte dos respons\u00e1veis. Do mesmo modo que a min\u00fascula Pra\u00e7a Dr. Moreira de Souza continua capenga, outras obras s\u00e3o iniciadas e se arrastam, dando-nos a sensa\u00e7\u00e3o de incompet\u00eancia, m\u00e1 f\u00e9 e desrespeito \u00e0 popula\u00e7\u00e3o por parte dos administradores do bem p\u00fablico.<\/p>\n<p>Se n\u00e3o conseguem concretizar obras t\u00e3o simples, como aquela pracinha, como acreditar que outras de grande porte ter\u00e3o um dia seu fim? Rompem um contrato, fazem outro e querem nos convencer de que n\u00e3o haver\u00e1 custos extras&#8230; Haver\u00e1 sim! E se n\u00e3o houver, ensinem-nos como isso se processa, para que n\u00f3s, na pr\u00f3xima vez, saibamos como proceder diante de um mau profissional n\u00e3o cumpridor do acordo feito conosco, obrigando-nos a prosseguir a obra com outro.<\/p>\n<p>Um espa\u00e7o t\u00e3o pequeno, como a referida pra\u00e7a, poderia ser adotado pela iniciativa privada, atrav\u00e9s de conv\u00eanio com a entidade p\u00fablica. Seria uma atitude simp\u00e1tica, de preocupa\u00e7\u00e3o ambiental com a cidade e a popula\u00e7\u00e3o que promove lucros \u00e0 empresa. Uma distinta forma de retribui\u00e7\u00e3o, j\u00e1 que os gestores sozinhos n\u00e3o d\u00e3o conta&#8230;<\/p>\n<p><strong>Por CELINA C\u00d4RTE PINHEIRO\u00a0m\u00e9dica<\/strong><br \/>\nFonte <span style=\"color: #008000;\"><strong><a title=\"Opini\u00e3o DN\" href=\"http:\/\/diariodonordeste.globo.com\/materia.asp?codigo=1164892\"><span style=\"color: #008000;\">Opini\u00e3o DN<\/span><\/a><\/strong><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Se n\u00e3o conseguem concretizar obras t\u00e3o simples, como aquela pracinha, como acreditar que outras de grande porte ter\u00e3o um dia seu fim? Rompem um contrato, fazem outro e querem nos convencer de que n\u00e3o haver\u00e1 custos extras&#8230; Haver\u00e1 sim! 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