{"id":8100,"date":"2013-10-07T09:28:08","date_gmt":"2013-10-07T12:28:08","guid":{"rendered":"http:\/\/ascefort.com.br\/site\/?p=8100"},"modified":"2013-10-07T10:01:10","modified_gmt":"2013-10-07T13:01:10","slug":"com-a-expansao-dos-shoppings-qual-sera-o-futuro-do-centro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ascefort.com.br\/site\/com-a-expansao-dos-shoppings-qual-sera-o-futuro-do-centro\/","title":{"rendered":"Com a expans\u00e3o dos shoppings, qual ser\u00e1 o futuro do Centro?"},"content":{"rendered":"<div id=\"Titulo-Caderno\">\n<h2 style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 13px; font-weight: normal;\"><span style=\"color: #008000;\"><strong>CONCORR\u00caNCIA<\/strong><\/span><br \/>\n<strong><em>Lojistas apontam uma queda nas vendas; j\u00e1 as entidades do com\u00e9rcio mostram que a concorr\u00eancia \u00e9 positiva<br \/>\n<\/em><\/strong><br \/>\n&#8220;Vou para a rua fazer compras&#8221;. Assim, a bab\u00e1 Cristina Maria de Paula, 44 come\u00e7a sua ida ao tradicional Centro de Fortaleza. Ela \u00e9 f\u00e3 do bairro, adora &#8220;bater perna&#8221; na busca pelo menor pre\u00e7o. Mas, confessa: tem ido cada vez menos. Intercala com os Shoppings Centers, as maganizes e lojinhas que se proliferam por toda a cidade. Ser\u00e1 uma concorr\u00eancia desleal? Qual o futuro desse antigo com\u00e9rcio ao ar livre?<br \/>\n<\/span><span style=\"font-size: 13px; font-weight: normal;\">Cristina Maria \u00e9 uma que n\u00e3o v\u00ea a hora desses novos empreendimentos abrirem perto de casa. Os olhos \u00b4brilham\u00b4 com a novidade. &#8220;Vai ser bom. Ao inv\u00e9s de pegar um monte de \u00f4nibus para ir ao Centro, eu posso ir at\u00e9 a p\u00e9 para as lojas da Parangaba&#8221;. Mas, ser\u00e1 que ela vai mesmo trocar o \u00b4centr\u00e3o\u00b4 pelo requinte? Depois, brinca: &#8220;acho que vou no shopping s\u00f3 passear, compras vai ser mesmo na feira aberta, pre\u00e7o \u00e9 melhor na rua&#8221;, afirma.\u00a0<\/span><\/h2>\n<div style=\"width: 310px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"http:\/\/hotsite.diariodonordeste.com.br\/diariouploads\/uploads\/9243c7dceb121007739b70a90495c8ff.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"O fluxo \u00e9 alto, mas maioria est\u00e1 a passeio ou resolvendo assuntos Fotos: Bruno Gomes\" src=\"http:\/\/hotsite.diariodonordeste.com.br\/diariouploads\/uploads\/9243c7dceb121007739b70a90495c8ff.jpg\" alt=\"O fluxo \u00e9 alto, mas maioria est\u00e1 a passeio ou resolvendo assuntos Fotos: Bruno Gomes\" width=\"300\" height=\"149\" \/><\/a><p class=\"wp-caption-text\">O fluxo \u00e9 alto, mas maioria est\u00e1 a passeio ou resolvendo assuntos Fotos: Bruno Gomes<\/p><\/div>\n<p>O fluxo \u00e9 alto, mas maioria est\u00e1 a passeio ou resolvendo assuntos Fotos: Bruno Gomes<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Desaquecimento<br \/>\n<\/strong>Apesar das mais de 1.250 lojas e de uma circula\u00e7\u00e3o de 350 mil pessoas por dia, lojistas dizem sentir um certo desaquecimento nas vendas e no numero de clientes no Centro. Culpa, segundo Maia J\u00fanior, Presidente da Associa\u00e7\u00e3o dos Empres\u00e1rios do Centro de Fortaleza (Ascefort), da exagerada presen\u00e7a &#8211; e concorr\u00eancia &#8211; do comercio informal e do intenso aumento das op\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;Temos sentido, sim, uma baixa de venda. Ao inv\u00e9s de crescer 5% nas vendas, estamos caindo 5%&#8221;, conta o presidente. E isso repercute na \u00b4vida\u00b4 do bairro: poucos clientes significa menos servi\u00e7o, menor atra\u00e7\u00e3o e lucro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;Mas, a regi\u00e3o est\u00e1 longe de \u00b4morrer\u00b4. \u00c9 uma tradi\u00e7\u00e3o, a alma da cidade&#8221;, conta. O local congrega 68.490 empregos diretos, segundo Maia. Mas j\u00e1 foi maior, teve a \u00b4\u00e9poca de ouro\u00b4. &#8220;Era para ter 19 mil comerci\u00e1rios a mais, temos pelo menos nove mil desempregados. Era para estarmos em crescimento. O futuro do Centro passa por vontade pol\u00edtica, por valoriza\u00e7\u00e3o&#8221;, explica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">H\u00e1 mais de 30 anos presente no bairro, o propriet\u00e1rio de uma loja de variedades, Geraldo Magela Homsi, reclama das vendas &#8220;mornas&#8221;. Apesar das promo\u00e7\u00f5es, aponta queda anual de 30% e afirma: &#8220;n\u00e3o est\u00e1 f\u00e1cil para ningu\u00e9m, pequenos est\u00e3o todos quebrando por conta dos shoppings e camel\u00f4s&#8221;, relata.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E durante uma volta pelo Centro, a reportagem percebeu um certo esvaziamento da regi\u00e3o: poucos compradores nas lojas do com\u00e9rcio formal, vendedores ociosos na busca por faturamento, gerentes tendo que reduzir equipes. &#8220;Corredores at\u00e9 que t\u00eam alta circula\u00e7\u00e3o de pessoas, um grande vai-e-vem, mas compradores m\u00ednimos&#8221;, afirma.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">J\u00e1 o diretor da C\u00e2mara dos Dirigentes Lojistas (CDL), Francisco de Assis Costa Cavalcante, v\u00ea todo esse \u00b4boom\u00b4 de shoppings centers na Cidade como algo positivo, a concorr\u00eancia garantiria mais qualidade, for\u00e7aria o comerciante a se renovar. &#8220;Centro \u00e9 um fen\u00f4meno, cresce diariamente. A sa\u00edda \u00e9 dar mais conforto, atrativos. Os consumidores n\u00e3o deixar\u00e3o nunca de comprar l\u00e1, procuram variedade e pre\u00e7o baixo. Qual shopping tem isso? Nenhum na mesma dimens\u00e3o&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O titular da Secretaria Regional do Centro, Regis Dias, confessa: o bairro \u00e9 realmente muito vivo, din\u00e2mico, mas carece de organiza\u00e7\u00e3o. As cal\u00e7adas estariam, segundo Dias, ruins de trafegar, ruas sujas, o com\u00e9rcio informal segue sem ordem e a inseguran\u00e7a amedronta. Mas, para o t\u00e3o sonhado ordenamento sair do papel \u00e9 preciso inicialmente mudar a legisla\u00e7\u00e3o que caducou.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;Centro vai ter projeto novo e toda cidade ir\u00e1 discuti-lo. Estamos esperando a cria\u00e7\u00e3o do Conselho da Cidade para que a demanda seja encaminhada&#8221;, diz.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>A centralidade do bairro vive em uma crise hist\u00f3rica<br \/>\n<\/strong>Sobre a expans\u00e3o do mercado e a concorr\u00eancia, o historiador Airton de Farias, lembra que o surgimento dos shoppings centers na Aldeota e Coc\u00f3, nos anos de 1980, fortaleceram o com\u00e9rcio mais especializado voltado para uma clientela mais rica. Assim, o Centro sofre um primeiro de muitos &#8220;esvaziamentos&#8221;. Um dos sinais mais claros de como os shoppings ajudaram a mudar o Centro de Fortaleza foi o fechamento dos cinemas da regi\u00e3o (o Jangada encerrou as atividades em 1996; o Diogo, em 1997; e o Fortaleza, em 1999). Nesse movimento, as ruas foram ocupadas por milhares de camel\u00f4s com as suas barraquinhas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft\" src=\"http:\/\/hotsite.diariodonordeste.com.br\/diariouploads\/uploads\/59ff9ef317f0166e975ad0aa8440d4b1.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"196\" \/>\u00a0Em alguns cruzamentos foi poss\u00edvel contabilizar dezenas de lojas fechadas, com placas para aluguel ou venda. Sindicatos e entidades comerciais apontam falta de investimentos e com\u00e9rcio informal como motivadores do cen\u00e1rio<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para o historiador, o Centro continua vivo, mas em decad\u00eancia. Na verdade, segundo Farias, sem a presen\u00e7a das classes dominantes, a \u00e1rea foi negligenciada pelo Estado, deteriorando-se: cal\u00e7adas estreitas, pobreza das fachadas dos pr\u00e9dios, intensa polui\u00e7\u00e3o visual e sonora, falta de seguran\u00e7a, aus\u00eancia de limpeza p\u00fablica, etc. &#8220;Muitos casar\u00f5es desmoronaram e foram transformados em p\u00e1tios de estacionamento para ve\u00edculos. Criou-se um ciclo vicioso de segrega\u00e7\u00e3o espacial e deteriora\u00e7\u00e3o: ao consolidar-se como \u00e1rea de comercio para pobres&#8221;, explica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ainda conforme o historiador, a condi\u00e7\u00e3o de sobreviv\u00eancia dos neg\u00f3cios do Centro, assim, \u00e9 tornar-se cada vez mais acess\u00edvel \u00e0 massa empobrecida, o que leva aos poderes p\u00fablicos a negligenciarem ainda mais a \u00e1rea. &#8220;O que tem de ser feito \u00e9 a valoriza\u00e7\u00e3o, atentando-se e resolvendo problemas, retribuindo-lhe fun\u00e7\u00f5es administrativas, art\u00edsticas, lazer, cultural, habitacional&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Degenera\u00e7\u00e3o<br \/>\n<\/strong>Para o Arquiteto e Urbanista, Ricardo Paiva, pesquisador do local, a degenera\u00e7\u00e3o se relaciona com a reestrutura\u00e7\u00e3o das pr\u00f3prias fun\u00e7\u00f5es urbanas. &#8220;A decad\u00eancia se explica tamb\u00e9m com base no enfraquecimento da sua &#8220;centralidade econ\u00f4mica&#8221;, relacionada \u00e0 perda da condi\u00e7\u00e3o de centro economicamente hegem\u00f4nico em fun\u00e7\u00e3o da especializa\u00e7\u00e3o e diminui\u00e7\u00e3o do valor de uso e valor de troca da sua localiza\u00e7\u00e3o&#8221;, afirma. \u00c9 percept\u00edvel tamb\u00e9m a crise da &#8220;centralidade pol\u00edtica&#8221; e da &#8220;centralidade simb\u00f3lica&#8221;, relacionada ao processo de degrada\u00e7\u00e3o do acervo hist\u00f3rico e cultural, de significativa relev\u00e2ncia patrimonial e elevado valor para a mem\u00f3ria, aponta.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;O com\u00e9rcio varejista do Centro, malgrado uma certa pujan\u00e7a econ\u00f4mica, se volta essencialmente para o p\u00fablico popular, justificando em grande medida a informalidade da atividade, vis\u00edvel nas formas de uso e ocupa\u00e7\u00e3o do espa\u00e7o p\u00fablico pelo privado&#8221;, diz. Segundo Ricardo Paiva, a din\u00e2mica do com\u00e9rcio n\u00e3o corresponde a pouca express\u00e3o do setor de servi\u00e7os, pois tal atividade sofre mais intensamente a concorr\u00eancia com a forma\u00e7\u00e3o de outras centralidades urbanas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resgate<\/strong><br \/>\nPara ele, o resgate da centralidade depende de interven\u00e7\u00f5es que promovam qualifica\u00e7\u00e3o pela diversidade dos usos, a fim de garantir din\u00e2mica e vitalidade. &#8220;O Centro se ressente de &#8220;projeto social&#8221;, incluindo-se a\u00ed projeto enquanto desenho, contemplando planejamento, gest\u00e3o, participa\u00e7\u00e3o, parcerias, desenho urbano, preserva\u00e7\u00e3o do patrim\u00f4nio cultural e arquitetura&#8221;, finaliza.<\/p>\n<p><strong>IVNA GIR\u00c3O<br \/>\n<\/strong>REP\u00d3RTER<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>OPINI\u00c3O DO ESPECIALISTA<br \/>\n<\/strong><em>Centro \u00e9 a m\u00e1xima do esp\u00edrito citadino<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A melhor defini\u00e7\u00e3o de cidade \u00e9 aquela que observa o corpo urbano como um espa\u00e7o prop\u00edcio a mudan\u00e7as. \u00c0 revelia dos que a pensam parada, est\u00e1tica, a cidade serpenteia por terrenos imprevis\u00edveis, onde, por meio da diferen\u00e7a, dos ru\u00eddos, dos estranhamentos, transforma-se. O Centro ergue-se como a m\u00e1xima do esp\u00edrito citadino. Que outro bairro haveria maior concentra\u00e7\u00e3o de mundos, pessoas? Conforme ouvi de uma transeunte, &#8220;se voc\u00ea vai escrever sobre o Centro, vai ter muito para contar. Aqui tem sempre uma novidade!&#8221;. O que \u00e9 o Centro? At\u00e9 mesmo as defini\u00e7\u00f5es est\u00e1ticas frustram-se diante dessa pergunta in\u00fatil. O Centro s\u00f3 pode ser entendido por meio da fugacidade da experi\u00eancia, ele nunca \u00e9 dado. Para alguns, ele parece se resumir ora como um bairro hist\u00f3rico deteriorado ora como o mais importante centro de compras da cidade ora como um espa\u00e7o de sociabilidade e prazeres noturnos. O que conta \u00e9 descobrir que as defini\u00e7\u00f5es est\u00e1ticas n\u00e3o cabem. O Centro transborda. Ao contr\u00e1rio das cidades (e do Centro), a vida nas &#8220;aldeotas&#8221; caracteriza-se pela homogeneidade, onde a diferen\u00e7a \u00e9 reprimida. O shopping \u00e9 um importante vetor nesse meio ao atuar a favor da mis\u00e9ria subjetiva e da previsibilidade. \u00c9 a alteridade que \u00e9 perdida na perversidade dos novos arranjos urban\u00edsticos. Os novos shoppings alteram a rotina de um bairro e trazem novas formas de sociabilidade. Para os mais atentos, por\u00e9m apocal\u00edpticos, a experi\u00eancia urbana \u00e9 amea\u00e7ada. Contudo, diante de tamanha crise, onde Fortaleza &#8220;descidadeniza-se&#8221;, tamb\u00e9m \u00e9 poss\u00edvel ver movimentos de resist\u00eancias a favor da pr\u00f3pria urbe, onde o apelo, em geral, vem do Centro. No meio de tantas transforma\u00e7\u00f5es, \u00e9 dele que vemos Fortaleza pulsar sua urbanidade. Qui\u00e7\u00e1, diante do infortuito e do imprevis\u00edvel, um susto: Fortaleza, nossa metr\u00f3pole sertaneja, ainda \u00e9 capaz de produzir estranhamentos e mudar.<\/p>\n<p><strong>Tarc\u00edsio Bezerra Martins Filho<br \/>\n<\/strong>Professor de Design<\/p>\n<p>Fonte: <a href=\"http:\/\/diariodonordeste.globo.com\/materia.asp?codigo=1325501\">http:\/\/<span style=\"color: #339966;\"><strong>diariodonordeste<\/strong><\/span>.globo.com\/materia.asp?codigo=1325501<\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Lojistas apontam uma queda nas vendas; j\u00e1 as entidades do com\u00e9rcio mostram que a concorr\u00eancia \u00e9 positiva<\/p>\n","protected":false},"author":62,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[],"class_list":{"0":"post-8100","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-noticias"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ascefort.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8100","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ascefort.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/ascefort.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ascefort.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/62"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ascefort.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=8100"}],"version-history":[{"count":6,"href":"https:\/\/ascefort.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8100\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":8102,"href":"https:\/\/ascefort.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8100\/revisions\/8102"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ascefort.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=8100"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/ascefort.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=8100"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/ascefort.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=8100"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}