{"id":8156,"date":"2013-10-14T08:48:34","date_gmt":"2013-10-14T11:48:34","guid":{"rendered":"http:\/\/ascefort.com.br\/site\/?p=8156"},"modified":"2013-10-14T09:23:44","modified_gmt":"2013-10-14T12:23:44","slug":"centro-de-fortaleza-tem-uma-historia-mas-nao-e-historico","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ascefort.com.br\/site\/centro-de-fortaleza-tem-uma-historia-mas-nao-e-historico\/","title":{"rendered":"Centro de Fortaleza tem uma hist\u00f3ria, mas n\u00e3o \u00e9 &#8220;hist\u00f3rico&#8221; = Di\u00e1rio do Nordeste"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #008000;\"><strong>DESAFIOS DA REVITALIZA\u00c7\u00c3O<\/strong><\/span><br \/>\n<em>Apesar da m\u00e9dia di\u00e1ria de 350 mil usu\u00e1rios, a regi\u00e3o sofre com queda de moradores, um d\u00e9ficit de 2.185 casas<br \/>\n<\/em><br \/>\nOnde est\u00e1 a mem\u00f3ria do Centro? Nas ruas, pessoas, h\u00e1bitos e tamb\u00e9m na arquitetura, em cada casar\u00e3o e esquina. Que a hist\u00f3ria de Fortaleza passa pela regi\u00e3o isso \u00e9 claro: ali brota historicidade. Entretanto, segundo Alexandre Jac\u00f3, arquiteto e superintendente substituto do Instituto do Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico e Art\u00edstico Nacional (Iphan), a Capital, diferentemente de outras nordestinas, n\u00e3o possui formalmente um s\u00edtio hist\u00f3rico tombado, n\u00e3o h\u00e1 delimita\u00e7\u00e3o, nem roteiro.<\/p>\n<div class=\"mceTemp\" style=\"text-align: justify;\">\n<dl id=\"\" class=\"wp-caption alignleft\" style=\"width: 310px;\">\n<dt class=\"wp-caption-dt\"><a href=\"http:\/\/hotsite.diariodonordeste.com.br\/diariouploads\/uploads\/1ba8ebc06e6a67d87ac68efab3c629ec.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Paisagem constante \u00e9 a de casar\u00f5es e fachadas abandonados FOTO: ERIKA FONSECA\" src=\"http:\/\/hotsite.diariodonordeste.com.br\/diariouploads\/uploads\/1ba8ebc06e6a67d87ac68efab3c629ec.jpg\" alt=\"Paisagem constante \u00e9 a de casar\u00f5es e fachadas abandonados FOTO: ERIKA FONSECA\" width=\"300\" height=\"261\" \/><\/a><\/dt>\n<dd class=\"wp-caption-dd\"><span style=\"color: #000080;\"><strong>Paisagem constante \u00e9 a de casar\u00f5es e fachadas abandonados<\/strong><\/span> FOTO: ERIKA FONSECA<\/dd>\n<\/dl>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;A Capital n\u00e3o tem um conjunto de bens tombados. Quando o Iphan passou a atuar no Cear\u00e1, o processo de descaracteriza\u00e7\u00e3o j\u00e1 era muito acelerado. E, hoje, o que temos s\u00e3o bens protegidos isoladamente. Isso dificulta uma a\u00e7\u00e3o p\u00fablica de investimento&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mas, com esse processo de degrada\u00e7\u00e3o patrimonial e de avan\u00e7o do desenvolvimento, ainda resta algum resqu\u00edcio de conjunto em Fortaleza? H\u00e1 sim. E Alexandre Juc\u00e1 cita como exemplo de um poss\u00edvel s\u00edtio hist\u00f3rico, o corredor da Jo\u00e3o Moreira com a Esta\u00e7\u00e3o Jo\u00e3o Felipe, a antiga Cadeia P\u00fablica, Santa Casa de Miseric\u00f3rdia e o Passeio P\u00fablico.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No acervo do Instituto, est\u00e3o tombados, no Centro, o Theatro Jos\u00e9 de Alencar, Passeio P\u00fablico, Museu do Cear\u00e1 e das Secas e a Fortaleza Nossa Senhora da Assun\u00e7\u00e3o. J\u00e1 a Prefeitura fez o tombamento do Teatro S\u00e3o Jos\u00e9, Parque da Liberdade, Pal\u00e1cio Jo\u00e3o Br\u00edgido, Bosque do Paje\u00fa, Escola Jesus Maria Jos\u00e9, Casa do Bar\u00e3o de Camocim, Mercado dos Pinh\u00f5es, Pavimenta\u00e7\u00e3o da Rua Jos\u00e9 Avelino, Farm\u00e1cia Oswaldo Cruz e tamb\u00e9m da Santa Casa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft\" src=\"http:\/\/hotsite.diariodonordeste.com.br\/diariouploads\/uploads\/3e84b8de5c8d90bc66ab904d94ddf2b0.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"254\" \/>&#8220;O processo de degrada\u00e7\u00e3o na regi\u00e3o n\u00e3o para, \u00e9 constante e a gente continua se surpreendendo em ver conjuntos arquitet\u00f4nicos se perdendo e que poderiam estar sendo incorporados \u00e0 paisagem. A utiliza\u00e7\u00e3o das ruas \u00e9 intensa, mas falta harmonia nas din\u00e2micas e o antigo vai morrendo&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para o Iphan, a prote\u00e7\u00e3o patrimonial \u00e9 estrat\u00e9gica para a identidade local, para a reocupa\u00e7\u00e3o do Centro como um todo. &#8220;Um exemplo evidente disso \u00e9 o Passeio P\u00fablico e como ele tem garantido uma mudan\u00e7a de uso e comportamento, uma outra sociabilidade&#8221;, explica Juc\u00e1.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E na lista de problemas, a pauta vai al\u00e9m do tombamento, do reordenamento, da ocupa\u00e7\u00e3o das cal\u00e7adas e do com\u00e9rcio informal: um bairro que vai nascendo de dia e morrendo \u00e0 noite. Mas qual \u00e9 futuro da regi\u00e3o al\u00e9m da potencialidade comercial? A costureira L\u00facia Freitas, moradora da regi\u00e3o h\u00e1 20 anos, responde.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;A vida do Centro s\u00e3o as hist\u00f3rias de quem vive nele e isso n\u00e3o acaba&#8221;. Para ela, a demanda da revitaliza\u00e7\u00e3o \u00e9, sim, necess\u00e1ria, mas se resolve com a ocupa\u00e7\u00e3o, com gente morando, habitando.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">L\u00facia e outros tantos s\u00e3o &#8220;vida&#8221; no Centro, n\u00e3o s\u00e3o passado, e, sim, presente. Mas, s\u00e3o poucos. Vivendo em lindo casar\u00e3o na Rua Tereza Cristina, percebe o aumento dos vazios, solid\u00e3o, principalmente \u00e0 noite, quando as lojas fecham suas portas e outro p\u00fablico -n\u00e3o comerciante &#8211; toma conta dos ambientes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E o Centro vem perdendo, conforme dados do Censo Demogr\u00e1fico, proporcionalmente sua popula\u00e7\u00e3o moradora em compara\u00e7\u00e3o com o avan\u00e7o populacional da cidade, mesmo com o f\u00f4lego da \u00faltima d\u00e9cada no crescimento de habitantes da cidade e do bairro. E esse movimento n\u00e3o \u00e9 novo: entre os anos de 1980 e 1991, por exemplo, houve uma queda de 20,4% na popula\u00e7\u00e3o (caindo de 38.545 habitantes para 30.679), isso vai se seguindo na d\u00e9cada posterior, queda de 10,08% em 1996, de 10,18% em 2000 e aumento de 13,63 quando comparado 2000 (24.775) e 2010 (28.154).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Entretanto, n\u00e3o necessariamente h\u00e1 um processo de retomada com o aumento de popula\u00e7\u00e3o residente, pois, considerando a relatividade dos n\u00fameros, proporcionalidade em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 cidade \u00e9 ainda reduzida. Prova disso \u00e9 o pr\u00f3prio d\u00e9ficit habitacional apontado pela Prefeitura de 2.185 habita\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;\u00c0 noite, a regi\u00e3o fica desocupada com toda uma potencialidade a ser usufru\u00edda. Resid\u00eancia \u00e9 liga\u00e7\u00e3o desses interesses e significa\u00e7\u00f5es&#8221;, diz Euler Muniz, arquiteto e professor da Universidade de Fortaleza (Unifor).<\/p>\n<p><strong>IVNA GIR\u00c3O<br \/>\n<\/strong>REP\u00d3RTER<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Agita\u00e7\u00e3o de dia e vazios ao anoitecer<br \/>\n<\/strong><span style=\"text-align: justify;\">A reportagem acompanhou essa transi\u00e7\u00e3o do cair da tarde e o come\u00e7ar da noite no Centro. J\u00e1 \u00e0s 19h, tudo vai se desfazendo, sobra um novo p\u00fablico: pessoas em situa\u00e7\u00e3o de rua, catadores e recicladores de lixo, poucos bares abertos. Os mais de 350 mil usu\u00e1rios da regi\u00e3o se tornam poucos &#8220;gatos pingados&#8221;.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Como revitalizar, se resta a escurid\u00e3o, o temor e os vazios? Para Eudoro Santana, presidente do Instituto de Planejamento de Fortaleza (Iplanfor), a retomada passa pela ocupa\u00e7\u00e3o e pela moradia. Questionado sobre as estrat\u00e9gias existentes para a gest\u00e3o enfrentar os problemas, ele esclarece que h\u00e1 um plano habitacional para reabilita\u00e7\u00e3o da \u00e1rea central de Fortaleza, que est\u00e1 sendo examinado pela Prefeitura Municipal no que se refere \u00e0s interven\u00e7\u00f5es propostas, notadamente, no que diz respeito aos im\u00f3veis vazios ou subutilizados. Ainda conforme Santana, um estudo projeta d\u00e9ficit habitacional para a \u00e1rea central estimado em 2.185 habita\u00e7\u00f5es. Mapeamento de 2010 identifica cerca de 600 im\u00f3veis vazios ou subutilizados no Centro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;Por outro lado, ser\u00e1 feita uma avalia\u00e7\u00e3o da possibilidade de adequarmos as edifica\u00e7\u00f5es vagas ou subutilizadas, que existem na \u00e1rea central, para habita\u00e7\u00e3o&#8221;. Sobre a quantidade de bens aptos para a moradia, por exemplo, Santana diz n\u00e3o saber, faz a avalia\u00e7\u00e3o de \u00e9 imposs\u00edvel de ser quantificado uma vez que &#8220;a maioria desses im\u00f3veis precisa ser adaptada para uso residencial, al\u00e9m evidentemente da revis\u00e3o de todas as instala\u00e7\u00f5es, el\u00e9tricas, sanit\u00e1rias e hidr\u00e1ulicas&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E essa vontade da retomada \u00e9 aguardada por muitos comerciantes e moradores que relatam temer pelo futuro da regi\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O propriet\u00e1rio do restaurante Lions, na Pra\u00e7a dos Le\u00f5es &#8211; reduto conhecido da boemia, Paulo da Silva, sente redu\u00e7\u00e3o da clientela, lamenta abandono desse e de outros logradouros. &#8220;Estamos tendo queda de 30% dos clientes. Fazemos festas e sentimos que a popula\u00e7\u00e3o n\u00e3o quer mais vir ao Centro. H\u00e1 que se pensar a\u00e7\u00f5es urgentes&#8221;, conta.<\/p>\n<p><em>+OPINI\u00c3O DO ESPECIALISTA<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&#8220;Centro \u00e9 espa\u00e7o de vida, por que n\u00e3o residir?&#8221;<br \/>\n<\/strong>Discutir moradia nos centros das cidades brasileiras atualmente tem ganhado relev\u00e2ncia mediante as caracter\u00edsticas que as \u00e1reas centrais das grandes metr\u00f3poles nacionais possuem, tanto em termos de infraestrutura quanto na disposi\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os e equipamentos urbanos: s\u00e3o muito bem servidas. Na cidade de Fortaleza tamb\u00e9m \u00e9 assim.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Observa-se queda de popula\u00e7\u00e3o residente no Centro de Fortaleza desde os anos 1970, tanto pela crescente especializa\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica a ele dispensada quanto pela expans\u00e3o da cidade e as possibilidades vi\u00e1rias de deslocamentos mais longos. Em 2010, aumentou o n\u00famero de moradores &#8211; com a maioria de adultos e com crescimento de idosos &#8211; e de domic\u00edlios &#8211; com boa parte deles ocupados por um ou dois moradores e s\u00e3o geralmente apartamentos, moradias verticalizadas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No entanto, persistem os pr\u00e9dios subutilizados, sem a sua efetiva ocupa\u00e7\u00e3o, restrita em muitos casos ao t\u00e9rreo para as atividades comerciais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ordenamento urbano presume (im)por ordem a algum lugar, e o Centro \u00e9 o local que recebe mais aten\u00e7\u00e3o de c\u00e2meras de monitoramento e a\u00e7\u00f5es de limpeza urbana. Tratar de pol\u00edticas urbanas, todavia, \u00e9 mais complexo e carecem de maior di\u00e1logo e planejamento de a\u00e7\u00f5es com toda a cidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O plano elaborado a este local prop\u00f5e interven\u00e7\u00f5es que ampliam o espa\u00e7o p\u00fablico, mas que resultaria em uma valoriza\u00e7\u00e3o fundi\u00e1ria que dificultaria prescri\u00e7\u00f5es do Plano Diretor Participativo de Fortaleza a boa parte do Centro, caracterizado como \u00e1rea alvo de a\u00e7\u00f5es prioritariamente ao aproveitamento da infraestrutura dispon\u00edvel focando habita\u00e7\u00e3o de interesse social. As pol\u00edticas habitacionais realizadas nos \u00faltimos anos pouco operaram na \u00e1rea central, comparando valores estimados nas leis dos or\u00e7amentos anuais com os balan\u00e7os gerais, com a justificativa t\u00e9cnica do alto pre\u00e7o da terra e com o infeliz refor\u00e7o pol\u00edtico de que pobre tem que morar na periferia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Observa-se, por\u00e9m, a constru\u00e7\u00e3o de apartamentos para uma classe m\u00e9dia que parece pretender retornar. O retorno ao Centro \u00e9 seletivo, lento.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Como o Centro poderia ser efetivamente ocupado? Com a valoriza\u00e7\u00e3o de seu patrim\u00f4nio hist\u00f3rico e atraindo a popula\u00e7\u00e3o para al\u00e9m da realiza\u00e7\u00e3o de seu consumo comercial, tamb\u00e9m pode ser um local residencial, de moradias.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Combater o d\u00e9ficit habitacional e a subutiliza\u00e7\u00e3o de im\u00f3veis \u00e9 um importante exerc\u00edcio, utilizando instrumentos previstos no Estatuto da Cidade. Ademais, o Centro de Fortaleza n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 o espa\u00e7o da festa, mas tamb\u00e9m um espa\u00e7o de vida de pessoas que tamb\u00e9m trabalham e, por que n\u00e3o, residir?<\/p>\n<p><strong>Felipe Silveira<br \/>\n<\/strong>Mestre em Geografia e Professor da Uece<\/p>\n<p>Fonte: <strong><span style=\"color: #008000;\"><a href=\"http:\/\/diariodonordeste.globo.com\/materia.asp?codigo=1327762\"><span style=\"color: #008000;\">Di\u00e1rio do Nordeste<\/span><\/a><\/span><\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Apesar da m\u00e9dia di\u00e1ria de 350 mil usu\u00e1rios, a regi\u00e3o sofre com queda de moradores, um d\u00e9ficit de 2.185 casas<\/p>\n","protected":false},"author":62,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[],"class_list":{"0":"post-8156","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-noticias"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ascefort.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8156","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ascefort.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/ascefort.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ascefort.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/62"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ascefort.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=8156"}],"version-history":[{"count":8,"href":"https:\/\/ascefort.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8156\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":8158,"href":"https:\/\/ascefort.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8156\/revisions\/8158"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ascefort.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=8156"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/ascefort.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=8156"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/ascefort.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=8156"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}