{"id":9945,"date":"2015-08-17T10:57:09","date_gmt":"2015-08-17T13:57:09","guid":{"rendered":"http:\/\/ascefort.com.br\/site\/?p=9945"},"modified":"2015-08-18T11:07:59","modified_gmt":"2015-08-18T14:07:59","slug":"a-tolerancia-com-abusos-no-centro-op","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ascefort.com.br\/site\/a-tolerancia-com-abusos-no-centro-op\/","title":{"rendered":"A toler\u00e2ncia com abusos no Centro = OP"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000080;\"><em><strong>Todos ocupam espa\u00e7os p\u00fablicos (cal\u00e7adas, pra\u00e7as e ruas). Portanto, s\u00e3o completamente ilegais.<\/strong><\/em><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nas contas da Prefeitura de Fortaleza, h\u00e1 aproximadamente cinco mil comerciantes de rua atuando no Centro da Capital. Desses, 1.471 s\u00e3o reconhecidos e cadastrados pela municipalidade. Portanto, s\u00e3o mais de tr\u00eas mil que atuam sem nenhum tipo de crivo oficial. Um fato inequ\u00edvoco \u00e9 o seguinte: todos ocupam espa\u00e7os p\u00fablicos (cal\u00e7adas, pra\u00e7as e ruas). Portanto, s\u00e3o completamente ilegais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Prefeitura avisa que, por enquanto, n\u00e3o pretende fazer novos cadastros al\u00e9m dos 1.471 j\u00e1 registrados. Pelo que se depreende, a ideia \u00e9 oficializar esse grupo. Seria um caminho no m\u00ednimo pol\u00eamico. Como legalizar a ocupa\u00e7\u00e3o do espa\u00e7o p\u00fablico? S\u00e3o \u00e1reas inalien\u00e1veis. \u00c9 at\u00e9 poss\u00edvel ceder espa\u00e7os p\u00fablicos para a explora\u00e7\u00e3o privada, mas, para isso, \u00e9 obrigat\u00f3rio percorrer um caminho legal e de concorr\u00eancia transparente aberta a todos os potenciais interessados.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O simples fato de cadastrar quem ocupa ilegalmente vias e espa\u00e7os p\u00fablicos n\u00e3o garante o direito de posse dos ocupantes. Na verdade, esse \u201cdireito\u201d \u00e9 o que na pr\u00e1tica ocorre desde o momento em que a Prefeitura, ainda na gest\u00e3o passada, decidiu demarcar os espa\u00e7os ocupados por esses comerciantes. A medida oficializou a privatiza\u00e7\u00e3o das \u00e1reas p\u00fablicas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A situa\u00e7\u00e3o acima relatada \u00e9 not\u00f3ria em duas importantes ruas do Centro, a Liberato Barroso e a Guilherme Rocha. S\u00e3o duas vias de pedestres, frutos da moderna vis\u00e3o de administradores do in\u00edcio da d\u00e9cada de 1970. Hoje, seus v\u00e3os centrais est\u00e3o ocupados e privatizados com o aval do munic\u00edpio, que demarcou os territ\u00f3rios de cada comerciante (cadastrado) sem respeitar nenhum procedimento legal.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O ideal \u00e9 que as ruas do Centro sejam desocupadas. H\u00e1 sentido quando se afirma que, comparando com as \u201cruas\u201d dos shopping centers, quiosques s\u00e3o importantes para gerar mais din\u00e2mica econ\u00f4mica no Centro. Sim, mas isso s\u00f3 pode ser feito com base em um planejamento de mix comercial e, claro, de acordo com as regras e leis vigentes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Centro clama por solu\u00e7\u00e3o. H\u00e1 30 anos, o caos, a desorganiza\u00e7\u00e3o e a degrada\u00e7\u00e3o urbana na \u00e1rea s\u00f3 se aprofundam. A cada dia que passa, a solu\u00e7\u00e3o se torna mais dif\u00edcil. Cada administrador p\u00fablico que se intercala no poder promete solu\u00e7\u00e3o para a \u00e1rea, mas a ina\u00e7\u00e3o e a toler\u00e2ncia com os abusos t\u00eam sido marcantes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">FONTE: <span style=\"color: #0000ff;\"><em><strong><a style=\"color: #0000ff;\" href=\"http:\/\/www.opovo.com.br\/app\/opovo\/opiniao\/2015\/08\/18\/noticiasjornalopiniao,3489117\/a-tolerancia-com-abusos-no-centro.shtml\">Jornal O Povo &#8211;\u00a0EDITORIAL<\/a><\/strong><\/em><\/span>.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Todos ocupam espa\u00e7os p\u00fablicos (cal\u00e7adas, pra\u00e7as e ruas). Portanto, s\u00e3o completamente ilegais. 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